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<title>Bruno Guedes e Resenhas</title>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/</link>
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<category></category>
<lastBuildDate>Sun, 20 May 2012 14:04:54 GMT</lastBuildDate>
<language>pt-BR,pt</language>
<managingEditor>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes)</managingEditor>
<docs>http://cyber.law.harvard.edu/rss/rss.htm</docs>
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<title>Dublê de Anjo (The Fall)</title>
<author>korso_asclepius@yahoo.com.br (Korso Asclepius)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/duble-de-anjo-the-fall</link>
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<description><![CDATA[<div class="feed post korso"><p>Do diretor Tarsem Singh(o patronímico é opcional), Dublê de Anjo(<em>The Fall</em>) é um filme que considero quase integralmente uma verdadeira obra de arte, porque, na minha opinião, é um filme que tem mais conteúdo pela impressão que passa do que pela história que conta. Vamos por partes.</p>
<p>A história tem seu charme. Temos Roy(Lee Pace) um dublê que é hospitalizado após sofrer uma horrível queda durante uma cena envolvendo um pulo sobre um cavalo &ndash; e, parênteses: a cena inicial já é um deleite em câmera lenta com uma linda trilha sonora. Veja:</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/QhARR-zmTCE?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Mas voltando à resenha, Roy está hospitalizado no mesmo estabelecimento que uma jovem romena chamada Alexandria(Catinca Untaru), e os dois se conhecem por acidente quando ela perambula pelo hospital com seu braço quebrado. Roy tenta ganhar a confiança da menina contando uma história épica de 5(na verdade 6) heróis em busca de vingança &ndash; bizarramente, um deles é Charles Darwin &ndash;, uma história visualmente arrebatadora que visivelmente muda com o humor de seu contador, e também com a imaginação da ouvinte. Mas Roy tenta convencer a menina a conseguir morfina para que ele tente suicídio, mas quando o plano dá errado (com graves consequências), as coisas tomam um rumo bastante deprimente e ambos precisam se apoiar para que a história não termine em tragédia.</p>
<p>Bem, digamos que a história do filme não é exatamente um primor, e seus personagens são interessantes &ndash; talvez porque grande parte do filme parece ser improvisada &ndash;, mas é em outro departamento que esta obra realmente brilha: os cenários da história-dentro-da-história são fascinantes, maravilhosos, estonteantes... e completamente reais. As filmagens ocorreram em mais de 20 países no decorrer de 4 anos, e o resultado é simplesmente exuberante! Além disso, os visuais vibrantes e esdrúxulos da imaginação de Alexandria contrastam de forma interessante com a quase monótona realidade. É um filme, enfim, para se admirar com olhos bem abertos.</p>
<p>Em suma, Dublê de Anjo não se dispõe tanto a contar uma história &ndash; duas, uma sendo um conto um pouco inspirador e emocional, a outra uma chuva de clichês e absurdos que, embora contribuam para a diversão, não são exatamente inexcusáveis &ndash;, mas sim a aproveitar o meio cinematográfico nos apresentando as imagens mais deslumbrantes que ele consegue reunir em uma só história(ligeiramente incoesa, mas ninguém é perfeito, principalmente um dublê depressivo em uma cama de hospital) e possivelmente por isso ele vale toda a pena.</p>
<p>No mais, fiquem com o <em>trailer</em> após o veredicto.</p>
<p><strong>Veredicto: 9.9/10</strong></p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/cDjCZGd36x4?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Korso Asclepius</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Thu, 17 May 2012 14:28:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=duble-de-anjo-the-fall#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Explicando o Inexplicável: A Incrível Aventura de @izzynobre e Um Carro</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/explicando-o-inexplicavel-a-incrivel-aventura-de-izzynobre-e-um-carro</link>
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<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>Antes de mais nada: esta é uma história verídica. Não aconteceu com um amigo de um amigo meu, mas com um blogueiro cearo-canadense de nome Israel Nobre, o Quibe(Kit? Cid? Não lembro...) na madrugada de ontem(ou hoje, eu perco a noção de tempo quando escrevo coisas pro futuro).</p>
<p>Deixa eu resumir a história que talvez ele próprio contará <a href="http://hbdia.com">em seu blog</a>, ou talvez já o tenha feito, novamente, o maior problemas da viagem no tempo é a conjugação verbal. Mas enfim: sujeito chegou em casa, tinha um carro parado na vaga de estacionamento dele, ele chama um guincho e, por alguma inspiração demoníaca de seu ser, resolve transmitir a coisa toda ao vivo pela internet.</p>
<p>O resultado foram mais de 1000 pessoas assistindo a um carro parado num estacionamento esperando o guincho chegar. Não estou inventando uma palavra sequer desta frase, aliás. Infelizmente também não tenho imagens, mas tenho ao menos <a href="https://twitter.com/izzynobre/status/202199856192827392">um tuíte</a>.</p>
<p>
<img class="full" src="http://cl.ly/0B1Q3c0D3h3h0U150k3c/Image%202012-05-14%20at%209.20.37%20PM.png" alt="Ah, espera, eu tenho uma imagem, sim" title="Ah, espera, eu tenho uma imagem, sim"></img>
</p>
<p>Enfim, você talvez esteja pensando o mesmo que eu, isto é, como desgraças isso acontece? Como um sujeito consegue botar mais de mil desocupados assistindo <em>um carro</em>?</p>
<p>A resposta curta é "não faço a mínima idéia". A longa é que existem muitos fatores em jogo. A personalidade do próprio Kid, que é carismático como o demo &ndash; embora seja em geral uma bela mala, isso eu realmente não entendo &ndash;, o fato de que esta criatura sem-noção que teve a idéia de "jênio" de transmitir um carro sendo guinchado tem 30 mil seguidores, e provavelmente o fato de que era madrugada e ninguém tinha coisa melhor pra fazer porque, venhamos e convenhamos, quem tem programa na madrugada de terça?</p>
<p>Mas eu divago. Há publicitários e "especialistas em <em>social media</em>"(um cargo profissional que eu respeito um pouco mais do que "ex-BBB", diga-se de passagem) que dariam a alma (da própria mãe) pra conseguir 1000 visualizações em uma página ou um vídeo com a repercussão que o Israel conseguiu &ndash; número 1 nos "Trendings" do Brasil, #4 no mundo &ndash;, mas a verdade é que publicitário e gente que vive de propaganda em geral não tem a visão de mundo necessária pra isso. Sujeito que pensa em "visualizações", "público-alvo" e "CPM" não tem <em>carisma</em> pra juntar gente que faça isso. Não adianta seu perfil ter 1.000.000 de seguidores se todos eles só te seguem pra conseguir mais seguidores ou te mandar propaganda(um ciclo vicioso do spam, sim).</p>
<p>Nunca imaginei que fosse ser flagrado citando político em campanha, mas acho que resumo isto em uma frase simples: isso é <em>gente</em> tuitando pra <em>gente</em>. Sacou?</p>
<p>...É, estou meio sem pauta. Da próxima vez coloco um vídeo ao vivo de tinta secando ou algo assim. Até.</p>
<p><em>PS.: Aparentemente eu e o Kid publicamos isso mais ou menos ao mesmo tempo. <a href="http://hbdia.com/a-internet-e-foda/guinchocam-a-prova-de-que-nada-une-mais-a-humanidade-que-a-desgraca-alheia/">Aqui a cobertura dele próprio</a>, provavelmente bem mais interessante e engraçada que a minha.</em></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:00:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=explicando-o-inexplicavel-a-incrivel-aventura-de-izzynobre-e-um-carro#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Botanicula</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (T.P. (Toupeira Profissional))</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/botanicula</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/botanicula</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p>Acho bom eu estar fazendo essa resenha de <em>Botanicula</em> porque, sendo bem sincero, eu não curto muito os jogos desse gênero, o "point and click". Talvez algum dia &ndash; essa é uma das frases que eu mais uso, acho &ndash; eu escreva uns posts sobre vários gêneros e o que eu gosto e não gosto em cada um, mas em resumo eu acho que a jogabilidade de point-and-click não é pra mim, especialmente quando o jogo não te dá praticamente nenhuma pista do que fazer. Mas estou dizendo isso só pra levar em conta, vamos à resenha...</p>
<p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/52suu.png?1" alt="Botanicula" title="Botanicula"></img>
</p>
<p>Botanicula, da Amanita Design(a mesma de <em>Samorost</em> e <em>Machinarium</em>, que vão ganhar os próprios posts, também :D) é um jogo de aventura que conta uma história. A história de 5 criaturinhas estranhas que vivem em  uma árvore luminosa e têm que salvar a última semente que resta quando essa árvore é invadida por aranhas do mal... ou algo assim. A jogabilidade é point-and-click tradicional, onde você clica em elementos na tela e alguma coisa acontece, seja os personagens se movendo pela cena ou interagindo com os diferentes objetos. Existem obstáculos que devem ser transpostos seja coletando itens espalhados pelas cenas ou executando uma determinada sequência de ações para ativar um efeito desejado.</p>
<p>
<a href="http://i.imgur.com/oEcGD.png"><img class="floatright" src="http://i.imgur.com/oEcGD.png" alt="Os heróis"  title="Os heróis"></img></a>
 O jogo tem a seu favor o visual e o estilo narrativo clássico da Amanita, com uma aparência que dá a impressão de colagens de imagens hiperrealistas e surrealistas, e embora seja tudo muito bizarro, a história é bem contada embora se perca muito nos meandros de <em>sidequests</em> e "caças ao tesouro" que são características do gênero.</p>
<p>Em vários pontos não é muito claro o que deve ser feito e exceto pelo objetivo principal da história, não há muita motivação para se dedicar ao andar do jogo, que é bastante repetitivo e sem rumo no início, mas fica bem mais interessante à medida que a história avança.</p>
<p>Na realidade, o trecho final do jogo é o mais interessante pela mudança drástica de jogabilidade nos diferentes trechos, o que aliás acontece em outros pontos do jogo, mas com menos frequência. Estes momentos e as poucas ocasiões onde realmente se justifica a existência de 5 personagens diferentes, são talvez os melhores momentos do jogo e gostaria de ter visto mais disso ao longo da história, mas é a vida...</p>
<p>Botanicula é um bom jogo, embora não tenha despertado muito minha atenção pela minha já anterior afinidade com o gênero. Em vários pontos ele é apreciável mesmo como arte, e dá pra ver que o time da Amanita realmente se esforçou para criar o pequeno mundo de Botanicula em todos os detalhes e animações e formas de vida estranhas &ndash; das quais você mantém um registro como cartinhas colecionáveis. Então... se você é do tipo que curte um bom point-and-click, com certeza vai curtir Botanicula à beça! :P</p>
<p><strong>Nota: 3.5/5</strong></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>T.P. (Toupeira Profissional)</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 15 May 2012 12:30:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=botanicula#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Eraserhead</title>
<author>korso_asclepius@yahoo.com.br (Korso Asclepius)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/eraserhead</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/eraserhead</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post korso"><p><em>Eraserhead</em>(1977) foi o primeiro filme de David Lynch. Isso mesmo, David Lynch. Se você não conhece David Lynch, bem... Lynch é um grande expoente do cinema surrealista. Eraserhead, aliás, deixa isso bem claro. Claro demais, até. Tentarei resumir o filme.</p>
<p>
<a href="http://i.imgur.com/StFrV.jpg"><img class="floatleft" src="http://i.imgur.com/StFrV.jpg" alt="Eraserhead - Poster"  title="Eraserhead - Poster"></img></a>
</p>
<p>Jack Nance é Henry Spencer, e Henry tem um filho com sua namorada Mary X. O bebê, prematuro e bizarramente deformado, é deixado aos cuidados de Henry quando Mary não consegue mais suportar seu choro incessante. Henry cogita ter um caso com sua bela vizinha do apartamento da frente. Há um maquinista que vive em um asteróide, e uma mulher que vive dentro do radiador de Henry. Tudo é provavelmente uma metáfora, ou não.</p>
<p>Eu estaria mentindo se dissesse que Eraserhead tem um significado claro e ainda mais se eu dissesse que eu o sei. Existe uma proto-história e uma mensagem(várias, na verdade) por trás das imagens que se desdobram na tela, mas Eraserhead é, em verdade, mais uma obra de arte surreal do que um filme típico. Arrisco dizer, é um filme de horror surreal, e consegue ser mais efetivo do que a maioria dos filmes de terror atuais(se é que se pode chamar "gorn" de terror). Existe um sentimento de desconforto e total incerteza em praticamente todo momento do filme.</p>
<p>E isto é o que o faz simplesmente genial.</p>
<p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/8PPUc.jpg" alt="Eu... eu não faço nem idéia." title="Eu... eu não faço nem idéia."></img>
</p>
<p>Enfim, algumas palavras sobre o final(sem maiores revelações, não se preocupe). Um crítico da revista <em>Variety</em> descreve o clímax de Eraserhead como <a href="http://www.variety.com/review/VE1117790719/">"inassistível"</a> e, a bem da verdade... isto é bem próximo da verdade. Levando em consideração tudo o que acontece até este ponto &ndash; "frangos artificiais" que sangram espontaneamente, cordões umbilicais aparecendo sem nenhuma explicação e o onipresente bebê de Henry e Mary &ndash;, este é um aviso que deve ser feito. Mas, a despeito disso, é uma recomendação minha para qualquer cinéfilo que porventura leia este blog.</p>
<p>E sinceramente, eu não vou me arriscar a dar uma nota. Em uma escala vertical de 0 a 10, ele está a uns dois metros para a direita, se é que me entende...</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Korso Asclepius</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Thu, 10 May 2012 17:50:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=eraserhead#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Leis Imbecis Parte 482: A Vingança dos Sem-Barriga</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/leis-imbecis-parte-482-a-vinganca-dos-sem-barriga</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/leis-imbecis-parte-482-a-vinganca-dos-sem-barriga</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>Deve ser consequência do período de eleição, da última CPI escandalosa ou simplesmente a falta de mais assunto unida a um desejo de mostrar serviço que cria essa tendência do Legislativo a criar leis inúteis e, porque não dizer, estúpidas. A bola da vez é <a href="http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2012/05/lei-quer-desconto-em-restaurantes-para-quem-fez-reducao-de-estomago.html">esta aqui</a> que obrigará restaurantes a oferecer 50% de desconto para pessoas que tenham passado por cirurgia estomacal. Preparem suas testas e suas mãos, porque elas <em>vão</em> querer se encontrar e não há força no mundo capaz de mantê-las separadas!</p>
<p>A argumentação, como pode-se imaginar, é imbecil. Segundo o senhor vereador Francisco Sellin, uma pessoa que tenha passado pela cirurgia não chega nem a consumir metade da refeição, portanto não deveria pagar o preço total. Tem tanta coisa errada nessa noção que eu não sei por onde começar, entende? Não entende? Bem, como posso dizer... ela está completamente de ponta-cabeça!</p>
<p>Uma pessoa que tenha se submetido a uma operação bariátrica, com certeza, come menos do que uma pessoa de estômago regular. Mas <em>daonde</em> isso implica no cliente pagar menos por uma porção que <em>ele</em> pediu? Por que efetivamente punir o restaurante por servir uma porção padrão a um cliente? Por acaso se o filho de alguém não comer as verduras do prato, tem direito a desconto também?</p>
<p>Perceba o problema que o senhor Sellin obviamente não percebeu: não dá pra reaproveitar um prato, a não ser que você queira ter seu estabelecimento interditado pela inspeção sanitária. Logo, se o restaurante dá um desconto de 50% pra alguém que tenha comido só metade do prato(e, imagino, apresentado um atestado médico que comprove a redução de estômago), ele perdeu metade do prato de graça. Logo, ninguém ganha nada e quem perde é o restaurante. Mas isso não é nem a pior parte...</p>
<p>O pior é que, na matéria falando sobre esse projeto de lei tapa-buraco vagabundo temos depoimento de pessoas que tiveram o estômago reduzido <em>muito</em> mais sensatas que o senhor vereador aí. Primeiro, um comerciante que dá um depoimento positivo sobre a medida, mas <em>logo depois</em> dá uma solução ótima para seu problema: é só ir em locais que sirvam porções menores! <em>Pronto</em>. Não tem que ficar botando aviso nem criando burocracia pra emitir comprovante de cirurgia e, melhor ainda, nem precisa desperdiçar comida nem complicar a vida de ninguém!</p>
<p>E depois temos a palavra de uma pessoa que seria beneficiada pela lei e discorda dela veementemente. Venhamos e convenhamos, quando uma pessoa que seria beneficiada pelo seu projeto discorda dele, deve ter alguma coisa errada...</p>
<p>Enfim: leis imbecis, mais um aspecto do nosso cotidiano brasileiro abençoado por deus. E sendo muito sincero, espero que essa lei <em>não</em> seja aprovada, porque sinceramente? Esses vereadores tem mais é que arrumar louça pra lavar ao invés de ficar criando lei bisonha nesse estilo!</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 09 May 2012 18:00:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=leis-imbecis-parte-482-a-vinganca-dos-sem-barriga#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Cicarelli 2: Dieckmann Contra-Ataca</title>
<author>o_token@yahoo.com.br (Token O. Jones)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/cicarelli-2-dieckmann-contra-ataca</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/cicarelli-2-dieckmann-contra-ataca</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post token"><p>Se você tem um cromossomo Y, provavelmente ficou sabendo que a ilustre senhora Carolina Dieckmann Worcman &ndash; mais conhecida como Carolina Dieckmann mesmo &ndash; apareceu pelada e nua (dizem até que <em>em pelo</em>) nas internets. Essa não é a parte chocante deste post.</p>
<p>Aconteceu, aparentemente, que as fotos estavam no computador da atriz e um técnico de informática mais esperto que a maioria conseguiu acesso e liberou as fotos depois de tentar extorquir uma boa grana dela. Porque ele liberou as fotos está completamente além da minha capacidade de dedução, visto que não dá pra fazer chantagem depois que a informação alça vôo, daí porque eu disse "aparentemente". Mas, embora escabrosa, essa ainda <em>não é</em> a parte mais tensa dessa história.</p>
<p>
<img class="full" src="http://i0.kym-cdn.com/photos/images/list/000/014/902/Spinning_prairie_dog.gif?1251939512" alt="OMEODEOS ASSIM VOCE ME MATA" title="OMEODEOS ASSIM VOCE ME MATA"></img>
</p>
<p>A parte mais tensa dessa história é que agora Dieckmann irá *ahem* <a href="http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/05/defesa-de-dieckmann-vai-entrar-com-acao-caso-fotos-continuem-no-google.html">"entrar com ação inibitória para que o Google retire do ar buscas relacionadas às fotos em que a atriz aparece nua."</a></p>
<p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/kiFOV.jpg" alt="Pausa para uma facepalm *de raiz*" title="Pausa para uma facepalm *de raiz*"></img>
</p>
<p>Não vamos entrar no mérito de se o Google é capaz de "retirar do ar buscas relacionadas às fotos" (não sou especialista, mas <em>acho que não</em>); não vamos começar a culpar a vítima aqui, que no caso é a Carolina, tenha em vista toda a questão de ter suas fotos indevidamente acessadas e ter sido extorquida e coisa e tal; não vamos sequer entrar no mérito das fotos em si porque, né, esse é um blog de família e talz...</p>
<p>...mas onde foi mesmo que eu vi uma coisa assim antes?</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,AA1408132-6174,00.html">
<img class="full" src="http://i.imgur.com/9JjiT.jpg" alt="Ah é." title="Ah é."></img>
</a></p>
<p>Sabe aquela história de que quem não conhece o passado está fadado a cometer os mesmos erros, aquele lance de Napoleão e Hitler e o inverno da Rússia?</p>
<p>Pois é, vou só pegar a pipoca ali...</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Token O. Jones</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 09 May 2012 14:15:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=cicarelli-2-dieckmann-contra-ataca#comments</comments>
</item>

<item>
<title>E veja só, que dia é hoje...</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes Azevedo Viana)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/e-veja-so-que-dia-e-hoje</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/e-veja-so-que-dia-e-hoje</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Se eu tivesse me tocado que o Resenhas não passou por nenhum aniversário meu, eu teria escrito isso mais de antemão. Até feito uma ilustração, mas acho que vou fazer isso depois, as chances de alguém perceber a diferença são ínfimas!</p>
<p>Anyway... sim, é aniversário de Bruno Guedes, AKA este que vos fala! Eu queria ter uma resenha especial, talvez uma semana de posts temáticos ou coisa assim, mas... infelizmente não deu. Só o que tenho a dizer é que sobrevivi mais um ano, então vamos em frente!</p>
<p>Ah, sim: obrigado a todos os parabénses* e bons desejos e boas vibrações, caros leitores. Um abraço de volta, e amanhã tem mais!</p>
<p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/TnpA6.png" alt="Yay, festa!" title="Yay, festa!"></img>
</p>
<p><em>(Não, é sério, temos um editorial pra amanhã!)</em></p>
<p>* Eu sei. Mas esse é o meu solecismo favorito...</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes Azevedo Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 08 May 2012 20:55:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=e-veja-so-que-dia-e-hoje#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Journey</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (T.P. (Toupeira Profissional))</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/journey</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/journey</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p>Eu pensei em começar este post com uma breve discussão no tema "videogames podem ser arte", mas daí eu cheguei à conclusão de que não tenho muito argumento formal pra levar isso adiante. Eu responderia a essa questão com um simples "sim, por que não?" afinal acho que os <em>games</em> já nos mostraram há muito que podem contar histórias de forma bem diferente do que outras mídias e também podem ser incrivelmente estonteantes no quesito visual, mesmo jogos sem grandes orçamentos ou nomes de grandes companhias por trás. Por exemplo: <a href="http://thatgamecompany.com/games/journey"><em>Journey</em></a>.</p>
<p>
<a href="http://i.imgur.com/870xh.jpg"><img class="imagecenter" src="http://i.imgur.com/870xh.jpg" alt="Journey"  title="Journey"></img></a>
</p>
<p>Journey é um jogo recente lançado na PSN pela That Game Company, que também está por trás do imersivo <em>Flower</em>, embora o jogo não tenha muito sentido a não ser pela experiência. Mas voltemos a Journey. O jogo começa com um peregrino(ou peregrina, acho que tá valendo) olhando no horizonte uma misteriosa luz brilhando de uma montanha, e você como este peregrino misterioso deve chegar até o seu destino através de deserto, ruínas e montanhas, a cada estágio aprendendo um pouco da história do seu próprio povo de forma extremamente pictórica.</p>
<p>
<a href="http://i.imgur.com/53w0s.jpg"><img class="floatleft" src="http://i.imgur.com/53w0s.jpg" alt="A ponte quebrada e seu visual estonteante!"  title="A ponte quebrada e seu visual estonteante!"></img></a>
 Journey tem uma história envolvente, e adiciona a isso dois outros ótimos fatores. Primeiro, os gráficos são incríveis! Areia fluindo, tecidos ao vento, o interior sombrio e frio das ruínas, a imensidão da neve... tudo é representado lindamente na tela, dando uma cor incrível à história. E, por outro lado, a jogabilidade do jogo é simples porém inovadora. Há pouquíssimos comandos, mas várias maneiras de interagir com o mundo e uma inovadora mecânica que envolve tapeçaria mágica.</p>
<p>Infelizmente, Journey é curto(não dará nem 3 horas de jogo, e isso contando com alguma exploração), e pouco compensa com o multiplayer que é muito interessante, sem quase nenhuma interação a não ser os sinais simbólicos que o jogo te dá, e é bastante direcionado ao cooperativismo. Existe outra característica do jogo que incentiva o <em>replay</em>, mas... isso seria um spoiler. ;D</p>
<p>
<a href="http://i.imgur.com/IP1As.jpg"><img class="floatright" src="http://i.imgur.com/IP1As.jpg" alt="Jogando com um desconhecido companheiro"  title="Jogando com um desconhecido companheiro"></img></a>
 Enfim, recomendo fortemente esta aventura desértica ao lado de criaturas fantásticas feitas de pano em busca do próprio passado. Talvez seja o melhor título da PSN do ano, e olha que o ano nem começou. :P</p>
<p><strong>Nota: 4.8/5</strong></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>T.P. (Toupeira Profissional)</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Mon, 07 May 2012 23:25:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=journey#comments</comments>
</item>

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<title>Não sei por que eu insisto...</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes Azevedo Viana)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/nao-sei-por-que-eu-insisto</link>
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<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>...mas, de qualquer forma, cá estamos de volta a escrever este blog. Bizarro, né? Acho que é uma questão de gosto, tem gente pra tudo e... bom, essa não é a questão. O ponto deste "aquecimento" é basicamente a razão (parcial) do porquê eu dei uma pausa no meu ritmo de escrita que, levando em consideração todos os fatores, estava até bem razoável.</p>
<p>A razão é um projeto próprio meu no qual eu estive trabalhando e está quase pronto (digamos, em alfa) e cujo objetivo principal é me ajudar a manter este ritmo de produção em mente, na medida possível. É, basicamente, um aplicativo feito pra me lembrar do que eu tenho pra fazer. É simples, mas eu não consegui achar um equivalente de mercado que trabalhasse do modo como eu queria. Enfim...</p>
<p>Daqui pra frente tentarei continuar com os posts chegando toda a semana(ao longo da semana, veja bem) e, uma coisa que eu acho que tenho que investir muito, com mais personalidade. Acho que vocês vão entender à medida que a coisa for caminhando.</p>
<p>No mais, obrigado a todos pelos comentários, alguns muito encorajadores, por favor continuem aparecendo; maldições eternas para todos os malditos spammers descarados que podia pelo menos <em>tentar</em> se disfarçar melhor e não ficar enchendo minha caixa de email de notificações inúteis; e vamos andando que senão a coisa não anda, certo?</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes Azevedo Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 02 May 2012 20:31:32 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=nao-sei-por-que-eu-insisto#comments</comments>
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<title>O Misterioso Caso dos Ovos de Páscoa</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/o-misterioso-caso-dos-ovos-de-pascoa</link>
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<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>O assunto de hoje é uma discussão "atual" &ndash; já, já explico as aspas &ndash; que obviamente é alimentada pela época que já se aproxima. Deixa eu ver se eu acho a imagem...</p>
<p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/DtwK0.jpg" alt="A Eterna Comparação Entre O Chocolate e O Ovo de Páscoa" title="A Eterna Comparação Entre O Chocolate e O Ovo de Páscoa"></img>
</p>
<p>É isso. A questão é até óbvia: veja bem o absurdo! Cobram horrores por um ovo de páscoa e você vai ver, se comprasse o chocolate em barra sairia bem mais barato! Um brindezinho e uma embalagem chique valem praticamente dobrar o preço? Será?</p>
<p>...Olha só, eu poderia tecer um argumento mais convincente discorrendo sobre linhas de produção, flutuação de mercado, produtos sazonais e etc.,  mas eu não sou economista ou engenheiro de produção &ndash; é isso que engenheiros de produção estudam... certo? &ndash; e não vou cair na armadilha de falar de algo que não entendo. Vou só tentar colocar isso aqui da forma mais simples possível, preparado? Então vai...</p>
<p>Você não está comprando chocolate, está comprando um ovo de Páscoa. Captou?</p>
<p>Se você captou, paciência, tem gente que não sacou. A questão aqui é que estão comparando o preço do ovo com o preço do chocolate em barra, o que faz tanto sentido quanto comparar o preço da prata bruta com o preço dos talheres que você compra. Em outras palavras, não faz sentido, porque não são o mesmo produto.</p>
<p>E a questão aqui não é só valor agregado pelo trabalho de manufatura, é mais do que isso. É o princípio básico do mercado capitalista, <strong>oferta e demanda</strong>. A demanda na época de Páscoa não é por chocolate; é por <em>ovos de Páscoa</em>. Logo, o preço sobe. Não é complicado.</p>
<p>Não digo que ovo de Páscoa não seja caro. <em>É</em>. Mas não só esta argumentação não é válida, porque o que vale no ovo de chocolate não é o chocolate, mas o fato de que ele é, em suma, um ovo de chocolate, mas também já é notícia velha porque essa imagem já está circulando a internet já faz pelo menos um ano &ndash; e deve ser uma reedição de algo que circulava por email nos idos de 1995.</p>
<p>Em outras palavras: chega de reclamar e não compra a porcaria do ovo de Páscoa se você acha tão injusto. Porque eu tenho minhas dúvidas se as empresas alimentícias vão abaixar o preço só porque as pessoas perceberam esta óbvia verdade...</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 13:25:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=o-misterioso-caso-dos-ovos-de-pascoa#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Sakura Samurai</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (T.P. (Toupeira Profissional))</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/sakura-samurai</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/sakura-samurai</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p>Uma das features dp 3DS menos comentadas e que eu acho a melhor &ndash; ou uma das &ndash; do console é a sua loja online. A razão simples é que é uma loja prática, sem restrições arbitrárias de região(apenas 3: Japão, europa e US, que engloba basicamente o mundo inteiro) e preços em moeda local. O único problema é que, tendo sido lançada ainda mais tarde que o console(três meses depois, por aí), a situação dos jogos não estava lá muito boa. A maioria dos jogos da eShop no 3DS eram remakes, ports ou jogos do DSi. Mas de alguns meses para cá o 3DS tem ganhado títulos próprios na eShop, e finalmente há algumas jóias no meio do acervo. Como este aqui.</p>
<p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/2gXfu.jpg" alt="Sakura Samurai" title="Sakura Samurai"></img>
</p>
<p>Em <em>Sakura Samurai: Art of the Sword</em> você joga como um jovem samurai(pois é, né?) lutando para salvar a princes Sakura e fazer as cerejeiras florirem novamente. Ou seja, está a uma espada e algumas flores de um jogo de Mário. :P Mas brincadeiras à parte, o grande destaque do jogo é a mecânica principal de duelo, que se baseia nem tanto em quanto você bate, mas em quão bem você lê os movimentos do inimigo e ataca ou desvia no momento certo.</p>
<p>Afora isso, o jogo é dividido em fases com um ou mais duelos com vários inimigos por fase &ndash; os castelos, onde os chefões ficam, é bem mais longo que uma fase comum &ndash; e, apesar disso, não é repetitivo, pois os inimigos não só são variados &ndash; samurais, arqueiros, ninjas, alabardeiros, e mais e mais... &ndash; mas também se tornam mais difíceis, com padrões de ataque mais elaborados, à medida que o jogo avança.</p>
<p>Em relação aos gráficos, Sakura Samurai tem gráficos 3D com o efeito 3D do 3DS que é... bom. O estilo não é lindo de morrer, mas é perfeitamente agradável e bem característico. Enfim, é um jogo bonito e bem-feito, é o que quero dizer.</p>
<p>Voltando lá em cima, Sakura Samurai é um dos melhores jogos na eStore nesse momento, ainda mais entre os jogos exclusivos de 3DS que não são franquias. E, como é jogo online, a preço atrativo(<strong>R$11,99</strong>) e de muito boa qualidade. Se você teve coragem de comprar um 3DS com toda a especulação sombria que envolveu o lançamento do novo portátil... bem vindo ao clube e aproveite! ;D</p>
<p><strong>Nota: 4.8/5</strong></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>T.P. (Toupeira Profissional)</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 15:36:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=sakura-samurai#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Água Para Elefantes</title>
<author>korso_asclepius@yahoo.com.br (Korso Asclepius)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/agua-para-elefantes</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/agua-para-elefantes</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post korso"><p>Devo dizer que o cenário de cinema atual não me atrai muito. Sim, há produções incríveis; sim, há grandes histórias e grandes mentes por trás destas histórias. Mas ainda assim o retrato que tenho da situação atual do cinema <em>mainstream</em> são uns poucos talentos reais escondidos no meio de muito, muito trabalho genérico. É esse tipo de coisa que me causa extrema letargia à idéia de ativamente ir assistir a um filme. Portanto foi quase por coincidência que assisti <em>Água para Elefantes</em> neste final de semana.</p>
<p>
<img class="full" src="http://ia.media-imdb.com/images/M/MV5BMTQzMDU3NDEwN15BMl5BanBnXkFtZTcwMTI3MDU0NA@@._V1_.jpg" alt="Água Para Elefantes" title="Água Para Elefantes"></img>
</p>
<p>No cômputo final, não é um filme ruim. É a história &ndash; contada em <em>flashback</em> &ndash; de um veterinário que vai parar em um circo, se apaixona pela esposa do dono do espetáculo e... bem, você provavelmente pode imaginar para onde isso aqui vai. E também certamente adivinhará que um elefante é envolvido na história, visto que está no título. A bem dizer, este é exatamente meu (ligeiro) problema com o filme: a história não é nada demais. O pano de fundo circense da época da Grande Depressão, sim, é interessante a rodo. A história em si, por outro lado, não chega a tanto.</p>
<p>Na verdade, a história me lembra <em>Moulin Rouge</em>. Mas pode ser só impressão minha.</p>
<p>Talvez seja meu gosto ambivalente para romances, entretanto. Reconheço que o filme tem visuais interessantes(novamente: o ambiente circense é instigante, deixadas de lado as liberdades poéticas) e alguns personagens que poderiam ser melhores se melhor desenvolvidos. Suponho que seja um bom filme para se ver acompanhado(fique à vontade para inserir seu "Forever Alone" aqui) e conta com aquela que é provavelmente a melhor morte por elefante já mostrada em um filme.</p>
<p>Enfim, deixo aqui minha avaliação ambivalente. Se você acha que vai gostar... vá em frente.</p>
<p><strong>Veredicto: 6/10</strong></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Korso Asclepius</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 13:40:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=agua-para-elefantes#comments</comments>
</item>

<item>
<title>O Problema da Privacidade</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/o-problema-da-privacidade</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/o-problema-da-privacidade</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>O direito ao espaço pessoal é inalienável, ou seja, não pode ser retirado do indivíduo. Em sociedade, valorizamos nossa privacidade, nosso espaço particular, nosso "canto", e é por isso que distopias como <em>1984</em> nos aterrorizam: porque a falta de privacidade nos incomoda. Eu diria que <em>reality shows</em> como o <em>Big Brother</em> são uma exceção, mas na realidade são um corolário. Em geral, as pessoas querem sua privacidade protegida, mas fazem o possível para invadir a privacidade alheia. Por isso tanta gente se preocupa com o quão seguras são redes sociais e a internet de modo geral.</p>
<p>E não é uma preocupação sem justificativa, é claro. Ninguém quer informação sensível sobre si mesmo flutuando pela rede ao alcance de gente com más&ndash; ou ainda, <em>péssimas</em> intenções. E, de forma geral, queremos ter controle sobre o que os outros sabem sobre nós, e especialmente <em>quem</em> são essas pessoas.</p>
<p>E por alguma razão esquecemos o princípio básico sobre privacidade: não se pode saber o que não foi contado. Ou seja: se você não quer que outros saibam onde você mora, não escreva isso em um perfil de rede social. Você <em>não</em> é obrigado a compartilhar, embora seja encorajado a tal. Mas como todos aqueles especiais sobre drogas já nos advertiram, tem hora que é preciso dizer não à pressão social.</p>
<p>O que quero dizer não é que devemos erradicar as redes sociais. Estes <em>sites</em> têm o propósito de promover a interação social entre pessoas, e sim, interação que não seja cara-a-cara, olho-no-olho, <em>conta</em>. A questão é que gente mal-intencionada é em geral uma minoria, mas uma minoria muito vocal. O ponto é entender que toda abertura social é um risco e isto não deixa de ser verdade só porque existe umas camadas extras de servidores e infra-estrutura no meio.</p>
<p>Em outras palavras: tenha na rede o mesmo cuidado que você com sua informação no mundo real. Partindo daí, é difícil de errar. Na verdade...</p>
<p>...não. Fica pra próxima.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 12:00:00 GMT</pubDate>
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</item>

<item>
<title>Maus</title>
<author>korso_asclepius@yahoo.com.br (Korso Asclepius)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/maus</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/maus</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post korso"><p>Quadrinhos são uma área nebulosa e cinzenta como literatura. Existe obviamente um preconceito artístico em incluir quadrinhos na categoria "literatura", ou mesmo "arte", preconceito este que foi grandemente alimentado pelo tratamento dos mesmos como "entretenimento" por muito tempo. E embora, de fato, os méritos literários de trabalhos vendidos em bancas por R$1,99 sejam de fato discutíveis, existe uma gama de trabalhos que mostra uma profundidade que vai além do "lado das crianças" da vasta piscina que é a arte sequencial.</p>
<p>Por exemplo, Maus.</p>
<p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/hYG6O.jpg" alt="Maus" title="Maus"></img>
</p>
<p>Maus me lembra Watership Down, em alguns aspectos. À primeira vista, trata-se de uma história em quadrinhos onde todos os personagens são animais antropomorfizados &ndash; embora eu diria que são pessoas animalizadas, mas isso já pedantismo de minha parte &ndash; o que não costuma ser sinal de maturidade(ah, ledo engano...) Um olhar mais atencioso percebe os gatos nazistas e se dá conta de que isto é uma história do Holocausto onde, por acaso, judeus são retratados como ratos, alemães como gatos, poloneses como porcos e assim vai... quem é o que não é muito importante(bom, retratar judeus como ratos tem um subtexto histórico, de fato), mas a questão é que a coisa muda totalmente de figura, como dizem.</p>
<p>A história de Maus, portanto, é a história de um sobrevivente do Holocausto, mais especificamente Vladek Spiegelman, pai de Art Spiegelman, o autor. A narrativa intercala o presente de Art &ndash; ou relativo presente, visto que Maus é escrito meses depois de Art coletar a história de Vladek &ndash; e o passado de Vladek. Detalhes não são poupados e a narrativa é em varios pontos brutal, e geralmente extremamente pungente, e a arte acompanha a história perfeitamente. Esta é, afinal, uma história que invoca memórias sombrias...</p>
<p>Poderia-se dizer que Maus é uma obra que demonstra que a história em quadrinhos não está presa ao estigma infantil e trivial que lhe dão... mas isso seria desnecessário, com tantos outros clássicos já até mais antigos do que Maus presentes para provar isto. Tratando-o, portanto, como uma outra história qualquer em seus próprios méritos &ndash; e não em caráter especial por ser uma obra em arte sequencial &ndash; Maus é cativante, instigante e impressionantes, assustadora até. Vale a pena ser lida, relida e nunca esquecida.</p>
<p><strong>Veredicto: 10/10</strong></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Korso Asclepius</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 11:00:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=maus#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Legendary Heroes</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (T.P. (Toupeira Profissional))</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/legendary-heroes</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/legendary-heroes</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p>Quando DotA surgiu de um mod de Warcraft III que mudava o paradigma normal do RTS multiplayer de gerenciamento de recursos e construção de exércitos para um estilo mais individual em que cada jogador foca em evoluir uma unidade com as estruturas do mapa sendo estáticas, criou-se um novo gênero de jogo que, embora seja genericamente estratégia, não se assemelha em quase nada ao RTS de onde se derivou. Então, eu, em minha ignorância, simplesmente direi que Legendary Heroes é um jogo DotA-like para o iOS.</p>
<p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/wk8Bk.jpg" alt="Legendary Heroes BR!" title="Legendary Heroes BR!"></img>
</p>
<p>Embora, de fato, tenham me dito que é mais parecido com LoL, mas eu é que não vou contestar...</p>
<p>
<a href="http://i.imgur.com/ojOsS.jpg"><img class="floatleft" src="http://i.imgur.com/ojOsS.jpg" alt="Luta de heróis!"  title="Luta de heróis!"></img></a>
 Enfim, LH é um jogo assim ao estilo de DotA: você tem uma base, o inimigo tem a dele; você tem suas torres, o inimigo tem as dele; você tem seus heróis que ganham experiência e o inimigo &ndash; você adivinhou &ndash; tem os dele. Então os dois lados se enfrentam no campo de batalha. É simples, mas por outro lado não é tão simples assim à medida em que você adentra aquela região bizarra conhecida como "metajogo". Mas deixarei isso de lado.</p>
<p>
<a href="http://i.imgur.com/dg8Q0.jpg"><img class="floatright" src="http://i.imgur.com/dg8Q0.jpg" alt="Batalhas intensas!"  title="Batalhas intensas!"></img></a>
 O que me incomoda em LH é a gritante falta de um modo multiplayer. Por um lado, imagino que ainda seja complicado gerenciar um jogo de estratégia em tempo real em rede no iPad &ndash; embora eu tenha a impressão de já ter visto FPSs em multiplayer, então... &ndash; mas por outro lado, um jogo no estilo DotA/LoL sem multiplayer tendo que gerenciar seus três heróis um de cada vez enquanto reza para que os outros dois sejam espertos o bastante para evitar morrer no campo de batalha.</p>
<p>
<a href="http://i.imgur.com/JOGjw.jpg"><img class="floatleft" src="http://i.imgur.com/JOGjw.jpg" alt="Trabalho em equipe!"  title="Trabalho em equipe!"></img></a>
 E, a propósito, o jogo segue a boa e velha escola do Freemium, i.e., o jogo é grátis, mas tem anúncios pra todo lado e está sempre tentando te convencer a desembolsar algum dinheiro por um <em>boost</em> extra. Isso não vai me matar, mas acho de bom tom mencionar. Porque, fora isso, o jogo até nem é tão ruim. Só podia ter um multiplayer...</p>
<p><strong>Nota: 4/5</strong></p>
<p><em>PS.: segundo a descrição do jogo na App Store, o multiplayer está chegando. Então... vamos ver!</em></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>T.P. (Toupeira Profissional)</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 12:15:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=legendary-heroes#comments</comments>
</item>

<item>
<title></title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (Mini-Max )</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post minimax">
<img class="full" src="http://i.imgur.com/rv3Y6.jpg" alt="AfterZoom" title="AfterZoom"></img>
<hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Mini-Max </strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 13:47:28 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=#comments</comments>
</item>

<item>
<title>As Esganadas</title>
<author>korso_asclepius@yahoo.com.br (Korso Asclepius)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/as-esganadas</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/as-esganadas</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post korso"><p>
<a href="http://i.imgur.com/eVnUN.jpg"><img class="floatleft" src="http://i.imgur.com/eVnUN.jpg" alt="As Esganadas"  title="As Esganadas"></img></a>
 Rio de Janeiro, 1938. Uma misteriosa onda de assassinatos aterroriza a sociedade por sua bizarra natureza um tanto... culinária. A polícia não consegue identificar um suspeito, e a pressão aumenta. Porém já sabemos quem é o assassino, visto que ele, assim como seus motivos e seu <em>modus operandi</em>, nos são apresentados nos primeiros capítulos da história. Então, se o grande mistério da história já nos é apresentado em uma bandeja de prata &ndash; acompanhada de algumas guloseimas, seguindo o tema da história em questão &ndash;, o que mais há para o leitor neste mistério?</p>
<p>É simples: trata-se de um suspense, e não um mistério clássico. Saber quem é o assassino não é a questão. A questão é o suspense em torno desta questão, como a polícia encontrará o culpado, ou sequer se ele será encontrado. Ou, mais importante, a história que se desenrola tendo um crime quádruplo como ponto de partida, com personagens cativantes e uma boa dose de cotidiano histórico.</p>
<p>E um dos personagens é, basicamente, Jô Soares encarnado em um ex-detetive português especialista em culinária portuguesa. Isso fica bastante óbvio à medida que a narrativa avança.</p>
<p>Mas, tomando um desvio completo deste ponto em particular, o livro é cativante e rápido, e possui o estilo tradicional jossoariano de mesclar a narrativa fictícia com acontecimentos reais e o "clima" da época, além de um grau de detalhismo localizado que beira o exibicionismo de um autor que, sem dúvida, quer mostrar que fez sim, e muito bem, o seu trabalho de pesquisa. Tudo bem, Jô, já entendi, meus parabéns.</p>
<p>De fato, parabéns. Eis aí um livro divertido, facilmente digerido porém não vazio de conteúdo, quase um quitute literário. É apropriado, até...</p>
<p><strong>Veredicto: 9.0/10</strong></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Korso Asclepius</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 11:12:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=as-esganadas#comments</comments>
</item>

<item>
<title>O escândalo Houaiss: Orwell ficaria orgulhoso</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/o-escandalo-houaiss-orwell-ficaria-orgulhoso</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/o-escandalo-houaiss-orwell-ficaria-orgulhoso</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>O que era para ser a "Quarta da Opinião" será publicado na quinta porque, infelizmente, tempo não dá em árvore. E se dá, não nos deram as mudas. Enfim, o escândalo da vez sobre o qual gostaria de comentar é o caso <a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5636148-EI8266,00-MPF+alega+preconceito+e+pede+fim+da+circulacao+do+Dicionario+Houaiss.html">Ministério Público de Uberlândia vs. dicionário Houaiss</a>, com ciganos metidos em algum lugar no meio.</p>
<p>Explico: por alguma ou outra medida definiu-se que a definição da palavra "cigano" no dicionário Houaiss é de cunho pejorativo e deve ser retirada e circulação o quanto antes. Cito-a: "Uso pejorativo: que ou aquele que trapaceia; velhaco, burlador". Segundo o senhor procurador Cléber Eustáquio Neves, a quem estou evitando com todas as forças referir no restante do texto como "a mula da vez", isto constitui crime de racismo segundo o artigo 20 da Lei 7.716/89. Não acho que fique mais claro do que está, certo?</p>
<p>Pois bem. Tiro logo de cara da frente os argumentos óbvios contra censura e o maldito politicamente correto. Primeiro porque acho que reclamar do "politicamente correto" como se ele fosse uma coisa &ndash; não sei onde quero chegar com isso, mas tá valendo &ndash; é mais ou menos como bater num cavalo morto com um gato falecido. E eu não gosto de bater em teclas repetidas. Meu problema com isso é que, se isso pegar, estamos correndo o risco de adquirir esse hábito de esconder nossos preconceitos dos olhos públicos.</p>
<p>Explico, novamente: você pode me dizer que conhece um cigano, ou que estudou sobre ciganos, ou que assistiu um documentário sobre ciganos... enfim, se você me disser que este preconceito é mentira, eu acredito, não só porque em princípio confiar em preconceitos é um caminho para o erro, mas também porque não dá pra acreditar que alguém nasça com predisposição pra malandragem só por ser de uma nação ou outra. Enfim, é uma noção imbecil. Mas tem uma coisa sobre preconceito que eu acho que vale a pena mencionar: é uma coisa cultural. Sempre tem uma bagagem, um contexto... e, se por um lado ninguém quer ser acusado de racismo &ndash; especialmente se você não o é &ndash;, essa definição pejorativa &ndash; veja bem, <strong>pejorativa</strong> &ndash; veio <em>de algum lugar</em>. A noção de que um cigano é alguém que rouba seu cavalo e depois o vende de volta pelo dobro do preço não simplesmente brota do chão. E o ponto aonde quero chegar é que esse tipo de coisa é como uma toupeira: você pode tapar todos as saídas de toca que você vê, mas algum dia a toupeira vai cavar de volta.</p>
<p>Ou seja, vale a velha máxima: aquele que esquece sua História está fadado a cometer os mesmos erros de novo e de novo. Ou, o que geralmente ocorre, fazer ainda pior.</p>
<p>"Mas seu Talpos, você não percebe que isto é um dicionário e que as pessoas confiam nele pra saber o que as coisas significam?" E você, sua anta, se esquece de que como todo bom dicionário ele deixa bem claro que definições deste tipo são figurativas e pejorativas e não representam a realidade? Você ignora que, em geral, uma pessoa pergunta a outros à sua volta o que uma palavra significa ao invés de procurar num dicionário de uma vez, até porque pouca gente carrega dicionário consigo a todo momento? Você, criatura, não imagina que se uma pessoa não vai aprender pelo dicionário que o cigano é, acima de tudo, um espertalhão, ela pode aprender de praticamente <em>qualquer outro lugar</em>?</p>
<p>Então, como todo bom colunista polêmico, termino minha argumentação com uma afirmação bombástica: se vamos continuar nesse rumo, que apaguemos a Lei Áurea de nossos registros e vamos fingir que jamais houve escravidão de negros no Brasil. Ou o massacre a indígenas. Ou o êxodo rural nos meados do século XX. Vamos fingir que nunca jamais tivemos idéias erradas ou preconceitos e que vivemos sempre em um mundo de igualdade tratemento humanitário a todos.</p>
<p>E talvez, algum dia, vamos de novo alimentar os preconceitos que nossa natureza humana falha insiste em criar. Parece-me um ótimo plano!</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 11:25:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=o-escandalo-houaiss-orwell-ficaria-orgulhoso#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Oscura</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (T.P. (Toupeira Profissional))</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/oscura</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/oscura</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p>Com o recente banho de água fria que foi a repentina recusa da App Store argentina em aceitar cartões internacionais de outros países, eu me vi então na posição de escolher entre arriscar uma gambiarra ainda mais no limiar do ilegal, ou esperar a App Store BR finalmente abrir uma seção de jogos.</p>
<p>No meio tempo, a solução foi arriscar a seção Entretenimento. Lembro que a última vez que cheguei a arriscar um jogo que encontrei na App Store BR... bom, meio que só de longe aquilo parecia um jogo. Mas... a gente se vira com o que tem por ora. Por exemplo, Oscura.</p>
<p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/ZD4Fu.jpg" alt="Oscura" title="Oscura"></img>
</p>
<p>Oscura é um jogo de plataforma em que você controla uma criatura sombria que deve retornar a luz  um farol para manter outras criaturas de sombras longe &ndash; por que essas são do mal.</p>
<p>
<a href="http://i.imgur.com/S9Gm8.jpg"><img class="floatleft" src="http://i.imgur.com/S9Gm8.jpg" alt="O mundo é sombrio..."  title="O mundo é sombrio..."></img></a>
 A jogabilidade de Oscura é surpreendentemente boa por ser um jogo de plataforma que conseguiu implementar uma forma de controle simples, que se encaixa perfeitamente numa tela de toque sem criar um "joystick virtual", o que é horrível porque uma tela de toque não tem sensação tátil. Mas enfim, os controles são simples, tocando de cada lado da tela se anda e um segundo dedo faz o personagem pular. E um arraste na tela ativa um poder especial de fazer o tempo ficar mais lento.</p>
<p>
<a href="http://i.imgur.com/Dvx7m.jpg"><img class="floatright" src="http://i.imgur.com/Dvx7m.jpg" alt="...e as criaturas são bizarras!"  title="...e as criaturas são bizarras!"></img></a>
 A estética do jogo, pelo seu tema de luz e sombra, lembra bastante <a href="http://reviews.guedesav.blog.br/post/limbo">Limbo</a>, mas enquanto Limbo se passa em uma floresta(e um complexo industria ou coisa do tipo) com inimigos naturais como pessoinhas raivosas, aranhas e... um tipo de parasita cerebral, o design dos inimigos em Oscura é mais bizarro, e pelo menos dá um ar mais original ao jogo.</p>
<p>Por fim, Oscura é um jogo bastante curto, especialmente se você não se importa em fechar o jogo 100%. Mas é um jogo divertido, bem feito e, por 2 dólares, é um dos melhores que a gente pode encontrar na loja brasileira por ora...</p>
<p><strong>Nota: 3.5/5</strong></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>T.P. (Toupeira Profissional)</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 12:00:00 GMT</pubDate>
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</item>

<item>
<title>AfterZoom</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (Mini-Max )</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/afterzoom</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/afterzoom</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post minimax"><p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/rv3Y6.jpg" alt="AfterZoom" title="AfterZoom"></img>
</p>
<p>Lançado na eShop do Nintendo 3DS já faz muito tempo, AfterZoom é um jogo que te pede para acreditar que a câmera do seu portátil é um microscópio &ndash; o que obviamente <em>não é</em>, não a menos de 1 megapixel, mas por favor colabore... &ndash; e saia à caça de microorganismos, que você então usará para caçar outros microorganismos. Além de bactérias/protozoários/insetos e outras formas de vida minúsculas que supostamente habitam o mundo à sua volta, você também pode &ndash; digo, deve &ndash; coletar elementos que serão usados como alimento para o seu zoológico de minúsculas proporções.</p>
<p>Isso tudo dito, AfterZoom tem por trás de si uma idéia ótima, mas uma execução um tanto... pobre. Embora seja um jogo de coleção, não existe nenhuma interação com outros jogadores, e nada mais a ser feito a não ser manter suas criaturas vivas, caso contrário você terá de sair à caça novamente... o que inevitavelmente acontecerá quando você não tiver mais interesse de ligar este jogo diariamente só pra ter certeza de que suas bactérias tem água o bastante pra continuar vivendo mais um dia...</p>
<p>Em suma: um jogo legal, mas cansa rápido. De certa forma, vale o que você paga por ele(menos de 10 reais, veja bem...)<hr />Launched on the 3DS eShop long ago, AfterZoom is a game that asks you to believe your portable console camera is a microscope &ndash; which it obviously <em>isn't</em>, not at less than 1 megapixel, but please cooperate... &ndash; and go hunt for microorganisms, that you'll then use to hunt other microorganisms. Besides bacteria/protozoa/insects and other minuscule forms of life that supposedly inhabit the world around you, you also can &ndash; I mean, must &ndash; collect elements that will be used as food for your diminutive zoo.</p>
<p>All that said, AfterZoom has behind itself an awesome idea, but a rather... poor execution. While it is a collection game, it features no form of interaction with other players and there is nothing else to be done except keeping your creatures alive, or else you'll have to go hunting again... which will inevitable happen once you no long have interest of putting this game on every single day just to check if your bacteria have enough water to live for another day...</p>
<p>In summary: a cool game, but gets old quickly. In a way, it's worth what you pay for it (less than 10 bucks, look at that...)</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Mini-Max </strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 18:22:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=afterzoom#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Hater: Ódio Mortal</title>
<author>korso_asclepius@yahoo.com.br (Korso Asclepius)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/hater-odio-mortal</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/hater-odio-mortal</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post korso"><p>Comprar livros sem praticamente nenhum conhecimento prévio é uma aventura. Na época me que <em>Harry Potter</em> aparecia no Brasil(e o quarto livro da série causava loucura na Inglaterra e nos EUA) apareceu outro livro que, embora também fosse fantasia para jovens tratando de mundos invisíveis praticamente convivendo ao nosso lado, tinha um tom bastante diferente e uma mitologia ainda maior do que o universo de Rowling. Seu nome era <em>Abarat</em> e deixaremos a resenha desta obra em si para outro dia. Em resumo, foi uma feliz compra que fiz na sorte e nunca me arrependi. O terceiro livro saiu no ano passado e estou saboreando-o aos poucos.</p>
<p>Enfim, na Era da Informação, onde o conhecimento &ndash; e também a desinformação &ndash; estão ao alcance de praticamente todos(afinal, sejamos realistas), é fácil se informar antes, até mesmo no momento crucial da compra, com o advento dos aparelhos móveis e a ubíqua internet sem fio. Às vezes, compro um livro já sabendo de partes cruciais do mesmo, mas como desenvolvi uma imunidade a spoilers(também deixaremos isto para outro dia) isto não é problema.</p>
<p>
<img class="floatleft" src="https://lh6.googleusercontent.com/-iaVbg9kPBz8/TXgxvshnIkI/AAAAAAAAAG8/_e2KY0cks_8/4797194644_ec5589927c_z.jpg" alt="Hater, capa brasileira"  title="Hater, capa brasileira"></img>
 Tudo o que eu sabia sobre <em>Hater</em>, entretanto, veio de sua breve entrada no imenso catálogo da ficção e seus truques, o <a href="http://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/Main/Hater">TV Tropes</a>. Cuidado ao clicar, o site é bastante viciante. Também não li os spoilers(que ficam escondidos em texto transparente, para não pegar incautos leitores despreparados), e estranhamente decidi que compraria o livro e descobriria do que se trata. E descobri.</p>
<p>Se você estiver com pressa, resumo: é decepcionante.</p>
<p>O triste de <em>Hater</em> é que David Moody criou um conceito extremamente interessante. O cerne da história segue as convenções do recorrente tema do "apocalipse zumbi", mas com um detalhe genial que comentarei mais adiante. E, além disso, Moody modifica completamente a história e muda o conflito principal de repente tornando a experiência ainda mais emocionante à medida que a história se aproxima do fim. Mas no meio da execução, alguma coisa deu muito errado. Tentemos compreender.</p>
<p><em>Hater</em> é contado do ponto de vista de seu personagem principal Daniel, um pai de família inglês que trabalha em um emprego frustrante para sustentar sua mulher e três filhos. E de repente uma epidemia de ódio começa a atacar pessoas aleatoriamente, tornando-as criaturas que atendem apenas a um instinto súbito de matar aqueles à sua volta com o que tiverem em mãos &ndash; ou mesmo suas próprias mãos. À medida que a situação escala e a epidemia se espalha, o país começa a entrar em crise, a sociedade começa a ruir até que o exército se vê obrigado a agir para o bem da população. Apenas para relembrar, já toquei no fato de que esta é uma variação da história de zumbis típica.</p>
<p>Mas há vários toques geniais na fórmula. Como os capítulos que marcam o início de cada dia da narrativa, que contam um episódio independente sobre uma pessoa que contrai a misteriosa doença. Aprendemos que o instinto de matar deriva, aparentemente, não do ódio mas de um instinto de auto-preservação exagerado. Além disso, o que torna uma história de horror já batida mais emocionante e capaz de manter o leitor sempre tenso é o fato de que não existe absolutamente <em>nada</em> que possibilite à população não infectada identificar "o inimigo". Os <em>haters</em>, como são chamado, são idênticos a qualquer outra pessoa, exceto pelo impulso homicida súbito. Isto é o que realmente cria a tensão extrema da história, e é inclusive o que ironicamente impede que as pessoas se defendam da ameaça. E isto é genial.</p>
<p>Por outro lado, Daniel, nosso narrador, é quase insuportável. Ele frequentemente repete informação que já sabemos porque foi dita páginas, parágrafos ou mesmo <em>frases</em> atrás, o que é a maneira natural e coloquial de uma pessoa falar, mas em um livro se torna enfadonho e interrompe o progresso da história a todo tempo. Além disso, ele simplesmente não para de reclamar, o que me lembra Holden Caulfield de <em>O Apanhador no Campo de Centeio</em>, mas Holden tinha a desculpa de ser um adolescente. Daniel é simplesmente <em>chato</em>. Mas isto não é o pior.</p>
<p>O pior é definitivamente o final. O grande suspense da história é que a todo momento paira a dúvida do porquê e como isto está acontecendo, e Moody decide deixar esta revelação para o penúltimo capítulo. O problema é que não só a explicação final é simplesmente... insatisfatória, que me deixa com o gosto ruim de uma desculpa que só gera mais dúvidas, mas também é dada da maneira mais artificial possível. Não há história que salve um final tão &ndash; com o perdão do linguajar &ndash; broxante.</p>
<p>Enfim... comprar um livro do qual pouco se conhece é uma aventura. Uma aventura que pode ser uma recompensa em si, e pode obviamente ser o oposto. <em>Hater</em> me deu, pela maior parte do tempo, a impressão de ser uma história que exploraria todo o potencial que tinha à sua disposição. E infelizmente, abandonou todo este potencial no final da jornada. É uma idéia boa, mas boas idéias são apenas a metade do caminho.</p>
<p><strong>Veredicto: 5.0/10</strong></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Korso Asclepius</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 11:15:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=hater-odio-mortal#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Continuamos não falando de BBB, obrigado</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/continuamos-nao-falando-de-bbb-obrigado</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/continuamos-nao-falando-de-bbb-obrigado</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>Bom, mais um Big Brother Brasil começou e eu falhei miseravelmente na minha tentativa de permanecer o mais completamente alheio a este espetáculo grotesco por mais um menos uma semana negativa. Pois é, isso invadiu minha vida uma semana antes de começar, não sei como aconteceu. Mas dane-se.</p>
<p>A função deste texto é reiterar meu total descaso com o programa e deixar claro que eu não vou comentar sobre o dito-cujo, até porque isto é um site de resenhas, mas vá lá, é pra isso que temos editoriais. Só que eu não tenho tanto contra o programa e muito menos contra quem gosta do programa. Sei que temos leitores(uma leitora, pelo menos?) que curte e comenta sobre isso. Não é problema. Tudo bem. Na verdade, meu maior problema é outro.</p>
<p>Meu problema é gente que não gosta de BBB, abomina BBB, acha que BBB é o ápice da decadência cultural deste país(Carlos Nascimento ficaria orgulhoso) e acha que é seu dever moral e cívico lembrar a todos desse fato a todo momento. Esta pessoa, ao contrário da pessoa que gosta do <em>reality show</em>, me irrita porque quem gosta pelo menos tem um bom motivo pra puxar este assunto, mesmo que <em>eu</em> não queira comentar sobre isso. Em contrapartida, esta pessoa, que provavelmente é um intelectual digno da Mensa, insiste em chamar a atenção para um assunto que, contraditoriamente, ela diz não apoiar de forma alguma, ignorando a óbvia observação de que programas de TV vivem de audiência, portanto dar atenção ao BBB é tão efetivo quanto tentar destruir um formigueiro entupindo-o de açúcar.</p>
<p>Porque é você, ó supra-sumo da inteligência que neste momento deve estar ouvindo Bach e lendo Maquiavel &ndash; <a href="http://www.youtube.com/watch?v=N06OE0REDKE">isso é o que as pessoas inteligentes fazem no tempo livre, certo?</a> &ndash; que entope as atualizações das redes sociais que eu acompanho mesmo que levemente puxando <em>ad nauseam</em> um assunto sobre o qual eu não quero falar e você supostamente odeia, previsivelmente colocando o programa sob um holofote ainda maior e mais luminoso e de maneira estrondosa e masoquista contribuindo com a fama do objeto de seu desdém, <strong>sua mula</strong>!</p>
<p>Então, é isso. Temos mais dois meses de programa por aí. "Vamo que vamo".</p>
<p>(E, que deselegância a minha, terminar este texto sem linkar nosso jovem colega <a href="http://nodoadouniverso.com/2012/01/26/bbb-o-bode-expiatorio-do-pseudo-intelectual-de-plantao/">Bruno Pedrassani, que comenta mais ou menos no mesmo tema em seu próprio blog.</a>)</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 16:20:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=continuamos-nao-falando-de-bbb-obrigado#comments</comments>
</item>

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<title>E mais uma coisa...</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes Azevedo Viana)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/e-mais-uma-coisa</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/e-mais-uma-coisa</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Leitores perspicazes como vocês são, já devem ter percebido o novo detalhe no formulário de comentários. Se não, faça assim: vai ali embaixo e volta. Aí a gente continua.</p>
<p>Pois é, dependendo de circunstâncias bem além da minha vontade(é aleatório, gente) a caixa pode estar escrito "Eu sou um ser humano!" ou "Eu <strong>NÃO</strong> sou um ser humano!" A aleatoriedade é só pra dificultar um cadim pros spammers quando eles perceberem(se é que vão), mas a caixa serve o único e simples propósito de determinar se você é um leitor real e bem intencionado ou um robô postando anúncios de coisas que nem tentam fingir que não são anúncios. Logo, se você se declara não humano, você é considerado spammer. Simples assim!</p>
<p>E aí a coisa complicou um pouco, porque de início isso só seria um <em>flag</em> pra não me notificar os 40 comentários diários com links pra sites de vendas de tranqueiras mil, mas como isso continuou enchendo meus bancos de dados com comentários indesejados, eu resolvi cortar o mal pela raiz e agora se você não se declarar explicitamente humano, seu comentário não passa. Fim.</p>
<p>Até agora está funcionando, então peço que prestem atenção na hora de comentar pra não se frustar com o aviso de "você foi marcado como spammer porque você se declarou como tal" &ndash; suprimi o "sua mula" no final por questão de bom gosto.</p>
<p>E é isso. Boa tarde e continuamos os preparativos pra volta das "férias".</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes Azevedo Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 17:09:50 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=e-mais-uma-coisa#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Quase lá. Quase...</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes Azevedo Viana)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/quase-la-quase</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/quase-la-quase</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Eu sei, ter que assegurar que não morremos nem desistimos desse blog é meio que o cúmulo, mas paciência. Deixa eu tentar explicar o que houve.</p>
<p>Bom, dentre várias coisas o que houve é que outras idéias e projetos suplantaram o blog de resenhas, e seria simples colocar a coisa dessa forma, mas tem uma nuance complicada. Tomarei a liberdade de fazer um desvio pessoal e contar como as coisas acontecem com meu quarto.</p>
<p>Porque meu quarto &ndash; e terei a decência de não mostrá-lo para vocês, leitores &ndash; vive oscilando de um estado de semi-organização para total baderna e de volta. Mas não é que um dia eu simplesmente o vire de pernas para o ar, é que, aos poucos, uma coisa fora do lugar aqui e ali e uma conta que eu deixo em cima da escrivaninha só por preguiça e etc... bom, aos poucos a coisa evolui de semi-organização para semi-baderna &ndash; AKA, a "bagunça organizada", que nada mais é que uma bagunça que você ensinou seu cérebro a navegar através, obviamente porque você não tem a mínima <em>vergonha na cara</em> &ndash; até a baderna total e sou obrigado a arrumá-lo nova e porcamente.</p>
<p>Então, assim como objectos deixados ao ar livre, que não se sabe exatamente em que ponto deixaram de ser "limpos" e ficaram "sujos", o interesse pelo blog não foi embora de todo de repente. Demorou um bocado pra eu perceber que, na minha fila de prioridades &ndash; contando por alto: um blog, uma série de quadrinhos, várias idéias de desenhos, um monte de jogos de diversos consoles, um emprego e toda uma vida com todas as pessoas que se incluem nela &ndash; meu blog estava ficando por baixo com mais frequência.</p>
<p>E aí voltamos à velha ladainha: eu preciso pegar um tempo pra sentar e escrever.</p>
<p>Pois é.</p>
<p>O que estou tentando fazer esse mês é reunir um conjunto de resenhas pra deixar de plantão e tentar manter um padrão. Promessas não serão feitas mas, aí por fevereiro (hmkay, talvez março porque, né? Carnaval) a gente volta e tenta manter um padrão de atualização.</p>
<p>Até porque, se me lembro bem, o plano era fazer resenhas bem simples, e não essas coisas de 5 parágrafos ou mais que eu ando fazendo. PQP, eu sou péssimo em brevidade(QED nesse post, aliás).</p>
<p>Enfim. Até o final do mês teremos mais um editorial. É de Töpo Talpos e é sobre BBB. Ou seja: imperdível!</p>
<p>Até mais, amigos! :D</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes Azevedo Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 02:13:33 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=quase-la-quase#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Muambator - O rastreador de muamba</title>
<author>o_token@yahoo.com.br (Token O. Jones)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/muambator-o-rastreador-de-muamba</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/muambator-o-rastreador-de-muamba</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post token"><p>Bom, isso era óbvio, né?</p>
<p>Não sei quantos de vocês leitores do Bruno Guedes & Resenhas fazem compras pela internet mundial de computadores, mas vou assumir que todos. Então, você leitor que compra pela internets, sabe que fazer o pagamento é o menor dos problemas. Assim que o dinheiro sai do bolso, a dor passa rápido. O grande problema, bem se sabe, é <em>a espera</em>. Porque entre o setor de logística da loja e sua casa, existe um abismo de incertezas que só pode ser preenchido com múltiplos F5 por minuto no site de rastreamento dos Correios. Mas não se desespere, caro amigo desesperado que talvez tenha um caso agudo de TOC! Já acharam a solução para seus problemas! Senhoras e senhores, moleques de todas as idades, apresento-vos... o <a href="http://www.muambator.com.br">Muambator!</a></p>
<p>Com um nome desses, é óbvio que o site tinha que ser brazuca. E é muito simples, também! O primeiro passo, obviamente, é ter o número de rastreamento em mãos. Se você quiser seguir isso passo a passo, tudo bem, eu espero. Só deixar a aba aberta aí. Foi, voltou? Legal. Aí você pega esse número(aquele, de 4 letras e 9 números) e, supondo que você tem uma conta no site, registra lá o pacote. E daí é só esperar, que o site vai te avisar quando seu pacote andar de posto em posto e finalmente ser entregue... ou se perder numa vala. Acontece.</p>
<p>Os pontos fortes do Muambator são suas características mais marcantes: simplicidade e utilidade. É a famosa idéia que é simples pra caralho, mas só precisava que alguém fizesse. E fez. E é a melhor coisa que já aconteceu para pessoas maníacas por controle que compram pela Internet.</p>
<p>Mas tem poréns. <del>O primeiro é que o modo como o serviço pega as informações é, até onde se sabe, bastante... primário. Ele simplesmente acessa o site de rastreio de tempo em tempo, o que já resultou no site ser bloquado pelo servidor dos Correios pelo menos uma vez(o que, obviamente, torna o serviço tão útil quanto uma página do Geocities).</del> <ins>Ok, adendo: o pessoal do Muambator já resolveu essa treta com os Correios faz algum tempo, como eu pude conferir <a href="http://www.twitter.com/muambator">no twitter deles</a>. Então foi mal a calúnia aí, não foi por mal. :P</ins> Outro problema óbvio: ele só funciona com códigos dos Correios. Normalmente isso não é um problema, mas há exceções, como a Saraiva, que usam empresas privadas para logística. Se isso pode ser resolvido, é uma boa perguta. Mas se der, não deve demorar.</p>
<p>Enfim, é uma daquelas coisas boas de se manter no favorios, só pro caso de precisar.</p>
<p><strong>Cotação: <del>8</del> 9 selos</strong></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Token O. Jones</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 03:19:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=muambator-o-rastreador-de-muamba#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Obrigado Por Comentar</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes Azevedo Viana)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/obrigado-por-comentar</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/obrigado-por-comentar</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Estou tomando o editorial dessa semana(ou desse mês, do jeito que a coisa vai :| ) pra fazer uma coisa que eu acho que farei com alguma frequência porque eu acho que é algo que se deve fazer: agradecer a todos vocês leitores e comentadores que passaram por esse site pela preferência.</p>
<p>Imagino que vocês tenham chegado aqui por algum link no Twitter, ou no Facebook, ou de repente por aqueles tweets que eu comprei por 5 doletas do Izzy Nobre... enfim, talvez até mesmo pelo feed(alguém acompanha o feed do Resenhas? Tenho a impressão de que não...). Seja lá como tenham chegado, é bom que vocês tenham ficado, e podem ficar à vontade pra dar uma lida nos nossos arquivos, que contém não só resenhas, mas um bocado de outras coisas também. Incluindo editoriais como este.</p>
<p>Claro, adoraríamos se além de ler, todos os nossos leitores tirassem um tempo pra comentar e mesmo repassar nossos textos pra frente, mas... paciência. o blog está começando, nosso estilo de resenha está evoluindo, a frequência de posts está beeeeem sub-ótima...</p>
<p>Enfim, valeu pelo prestígio e... só pra terminar em uma nota "Dev Diary", em breve teremos um formulário pra sugestões aqui. Isso significa que, sim, atenderemos a pedidos, na medida do possível. Esperamos que isso dê certo! :D</p>
<p>Bom dia e boa sorte a todos!</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes Azevedo Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 16:00:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=obrigado-por-comentar#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Minecraft</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (T.P. (Toupeira Profissional))</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/minecraft</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/minecraft</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p>Vou começar o texto de hoje de novo com um parênteses: toda resenha aqui é escrita imaginando que você, querido leitor, não tem familiaridade com o que a gente resenha. Você pode ter até ouvido falar, talvez tenha tido contato breve, mas digamos que a resenha perde o objetivo quando o leitor já conhece o produto. A não ser, claro, se ele estiver disposto a debater.</p>
<p>Isso é muito importante considerar, especialmente se você está vendo o título dessa resenha e pensando "poxa, mas Minecraft já foi lançado há muito tempo!" Sim, sim, verdade... mas se você ainda não baixou e começou a jogar Minecraft, <em>ainda há tempo</em>! Esta resenha, meus amigos, é uma advertência velada.</p>
<p><a href="http://www.minecraft.net">
<img class="full" src="http://i.imgur.com/GxFGu.png" alt="Esse é o logo do qual você tem que fugir. Rápido!" title="Esse é o logo do qual você tem que fugir. Rápido!"></img>
</a></p>
<p><a href="http://www.minecraft.net">Minecraft</a> é um jogo bastante inócuo. É um <em>sandbox</em>, o que significa que, essencialmente, você pode fazer o que quiser no jogo. Na verdade, Minecraft é ainda mais aberto que outros sandboxes como <em>GTA IV</em> e <em>Skyrim</em> porque literalmente não existe nenhum tipo de missão ou objetivo. Você é jogado nesse mundo de blocos e tem que sobreviver.</p>
<p>Então você começa batendo num tronco e pegando um pedaço madeira. Da madeira você faz tábuas, das tábuas varas e com as varas você faz um jogo de ferramentas com um machado, uma pá, uma picareta e uma espada(você vai precisar). Você começa a cavar, minerar, talvez ache carvão, cria uma bancada de ferramentas pra criar coisas maiores, uma fornalha...</p>
<p>E de repente fica de noite e você descobre que tem monstros à solta(eu disse que você ia precisar da espada!) Você rapidamente descobre como fazer tochas pra se proteger e cava um abrigo no chão ou em uma montanha. Ou, ao contrário, você cava um bocad de terra e monta uma casa acima do chão. Aí você descobre que você pode fazer ferramentas de pedra. E com essas ferramentas de pedra você começa a cavar mais fundo e, de repente: ferro! Com ferramentas de ferro você vai mais fundo e mais fundo...</p>
<p>Ou você pode fazer uma vara de pesca e um barco e viver de peixe. Ou pegar uma enxada, umas sementes, talvez cana-de-açúcar, e plantar. Ou criar animais que você acha espalhados pelo mapa.</p>
<p><a href="http://minecraftgallery.com/winter-cabin">
<img class="floatleft" src="http://i.imgur.com/MB2XL.png" alt="Clique pra ver a casa inteira, inclusive o interior. Sim, ela tem um interior!"  title="Clique pra ver a casa inteira, inclusive o interior. Sim, ela tem um interior!"></img>
</a> E quando você menos espera você tem 5 minas, 4 casas e uma rede de postos de observação em cima de barrancos, árvorese e cogumelos gigantes e está se preparando pra explorar uma mina abandonada no fundo do mar ou uma realidade alternativa por um portal que você acho no meio do nada.</p>
<p>Enfim, a questão é que Minecraft é um jogo incrivelmente expansivo. Há muito a ser feito, muito que pode ser feito, e o jogo não pára de ser atualizado com mas coisas incríveis. É possível criar mecanismos pseudo-elétricos com a Redstone, ou fazer poções, ou mapear toda a área do mundo criado dinamicamente de forma incrível. Aliás, o próprio mundo dinamicamente criado é incrível, com formações que, mesmo em toda sua glória pixelizada, são de tirar o fôlego.</p>
<p>Minecraft é excelente e estimulante. Só que deve ser apreciado com moderação. Ou você pode descobrir que são duas da manhã e você ainda não fez nada do que tinha planejado... às 6 da tarde!</p>
<p><strong>Nota Final: 9/10</strong></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>T.P. (Toupeira Profissional)</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 18:20:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=minecraft#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Kirby's Adventure 3D</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (Mini-Max )</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/kirbys-adventure-3d</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/kirbys-adventure-3d</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post minimax"><p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/cOFWL.jpg" alt="Kirby's Adventure, disponível na eShop!" title="Kirby's Adventure, disponível na eShop!"></img>
</p>
<p>O segundo jogo do Kirby, o heroi fofinho, rosado e glutão da Nintendo, foi um enorme avanço em relação ao seu primeiro jogo no Gameboy. Introduzindo um sistema de fases não lineares, mundos mais longos com chefes variados e, o mais importante, a famosa habilidade de copiar o poder dos inimigos comendo-os, <em>Kirby's Adventure</em> foi talvez o melhor jogo do Kirby já feito(com Kirby's Dreamland 3 no páreo e Return to Dreamland pendendo avaliação).</p>
<p>Pois bem, agora você, dono de 3DS, pode desfrutar dessa aventura atemporal em seu console, por meros R$12,99! O jogo também conta com suporte 3D &ndash; que, como todo clássico re-feito no 3DS, significa que o jogo é desenhado em "camadas" perceptíveis. Interessante, mas não um ponto forte. De qualquer forma aí está a chance de reviver o passado enquanto um jogo realmente "Kirby" não sai pro 3DS!</p>
<p><hr />The second game starring Kirby, the fluffy pink gluttonous Nintendo hero, was a huge advance in relation to his debut  in the Gameboy. Introducing non-linear level system, longer worlds with varied bosses and, most important, the famous skill of absorbing enemies' powers by eating them, <em>Kirby's Adventure</em> was maybe the best Kirby game ever made(with Kirby's Dreamland 3 in a close tie and Return to Dreamland pending rating).</p>
<p>Well, now you, 3DS owner, can also enjoy this timeless adventure in your console, for mere $6.99! The game also has 3D support &ndash; which means, as with every other 3D remake, that it is drawn in perceptible "layers". Interesting, but not a selling point. Anyway, there's the chance to relive the past while a really decent Kirby game doesn't come out to the 3DS!</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Mini-Max </strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 03:25:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=kirbys-adventure-3d#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Hoje É Um Bom Dia: old school até o osso!</title>
<author>o_token@yahoo.com.br (Token O. Jones)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/hoje-e-um-bom-dia-old-school-ate-o-osso</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/hoje-e-um-bom-dia-old-school-ate-o-osso</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post token"><p>Com exceção do já mencionado site do <a href="http://reviews.guedesav.blog.br/post/blogday-especial-di-vasca/">Di Vasca</a>, eu não acompanho praticamente nenhum site de humor brasileiro. A bem verdade, é porque eu não preciso. Se alguma coisa boa saiu em algum site de humor brazuca invariavelmente a) alguém vai comentar pessoalmente; b) alguém vai postar no Twitter; c) alguém vai postar no Facebook(essa é mais recente). Então o conteúdo já vem filtrado e eu evito as toneladas de ragecomics traduzidas(chamadas "memes", porque ninguém sabe o que desgraça é um meme nessa Interrede Mundial de Computadores) e repostagens de repostagens do <a href="http://9gag.com">9gag</a>. Qualquer dia eu vou repostar meu texto sobre como criar seu próprio blog e vocês entenderão, eu suponho. Mas eu divago...</p>
<p>Eu disse "praticamente", e foi por uma razão. A maioria dos blogs que eu sigo eu comecei a seguir na época em que criei meu primeiro blog(não, antes do "Toupeiras", até). E um dos melhores, talvez o melhor e provavelmente mais original blog de humor que apareceu nessa blog-esfera brasileira apareceu mesmo antes disso. A ironia é que o melhor site de humor em língua portuguesa é feito por um canadense.</p>
<p>Se você vive embaixo de uma pedra metafórica(ou uma pedra real, vai saber; 3G vai longe!), deixa eu te apresentar o <a href="http://www.twitter.com/izzynobre">Israel Nobre</a>: ele é canadense, nascido cearense e emigrado desse nosso querido país que será sede de uma copa sabe-se como, e trabalha em uma sex shop. E também é blogueiro. Das antigas, da raiz. Ele também é exemplo vivo da sua própria afirmação(que pode ou não ser <em>troll</em>, às vezes nem eu sei) de que blog autoral não faz muito sucesso. Mas eu divago...</p>
<p><a href="http://hbdia.com">
<img class="full" src="http://i.imgur.com/5ZMuT.png" alt="Hoje É Um Bom Dia" title="Hoje É Um Bom Dia"></img>
</a></p>
<p>O <a href="http://www.hbdia.com"><em>Hoje é um Bom Dia</em></a> é uma fonte quase inesgotável de diversão, visto que ele existe há anos e anos e mantém tudo, literalmente tudo nos arquivos. Obviamente eu não vou te pedir pra vasculhar os arquivos quilométricos por conta própria, então deixa eu te dar umas amostras: aqui está <a href="http://hbdia.com/wordpress/geral/entao-eu-caguei-no-tapete-do-banheiro/">um dos muitos episódios de Izzy Nobre contando sobre sua própria desgraça</a>, um tema recorrente do blog aliás; aqui temos <a href="http://hbdia.com/wordpress/resenha-de-filme/alluda-majaka-o-melhor-filme-indiano-que-eu-ja-vi/">uma resenha take a take de uma cena(nem é o filme inteiro) de um filme de ação indiano</a>; aqui <a href="http://hbdia.com/wordpress/top-x/5-brincadeiras-idiotas-de-infancia-que-so-podem-dar-merda/">um apanhado da fascinante infância cearense deste prolífico blogueiro</a>.</p>
<p><a href="http://hbdia.com/wordpress/about/">E aqui tem o FAQ dele pro caso de você ter alguma dúvida.</a></p>
<p>Eu não tenho mais o que dizer além de que esse sujeito é engraçado <em>pra caralho</em>. Não, eu não estaria indicando este site se eu não acreditasse plenamente nisso. O Kid(apelido das antigas, esse) consegue ser engraçado até quando está sendo um belo FDP, como da vez em que ele resolveu <a href="http://hbdia.com/wordpress/rage/se-voce-e-usuario-do-twitter-isso-acontece-com-voce-diariamente/">cobrar(um tweet) pras pessoas poderes ler suas ragecomics</a>. O resultado, aliás, foi outra aventura hilária.</p>
<p>Enfim, vá logo ler essa bagaça. Você não está fazendo nada mesmo!</p>
<p><strong>Cotação: 10 Marios (e 1 Luigi de brinde)</strong></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Token O. Jones</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 13:15:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=hoje-e-um-bom-dia-old-school-ate-o-osso#comments</comments>
</item>

<item>
<title>The Humble Introversion Bundle</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (Mini-Max )</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/the-humble-introversion-bundle</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/the-humble-introversion-bundle</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post minimax"><p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/QAjBO.png" alt="The Humble Introversion Bundle" title="The Humble Introversion Bundle"></img>
</p>
<p>De tempos em tempos o pessoal do <a href="http://www.humblebundle.com">Humble Bundle</a> lança o... <em>Humble Bundle</em>, um pacote de jogos <em>indie</em> vendidos pelo preço que você quiser pagar. Sim, de graça também, seu mão-de-vaca! Então, daqui pra frente, toda vez que tiver um Humble Bundle novo, eu vou mandar uma micro-resenha(ou uma "micro-presenha", sei lá) dos jogos contidos, e eles serão resenhados à medida que eles forem jogados.</p>
<p>E com essa introdução essa micro-resenha já ficou maior que de costume. Acontece.</p>
<p>O <a href="http://www.humblebundle.com">Humble Introversion Bundle</a> é um pacote com jogos da Introversion, incluindo:</p>
<p><strong>Darwinia</strong>, um jogo de estratégia em que jogador tem de usar programas para proteger um mundo virtual populado por pessoinhas virtuais;</p>
<p><strong>Uplink</strong>, um simulador onde o jogador se torna um "hacker de aluguel", hackeando sistemas e agarrando informações valiosas(de mentira, óbvio);</p>
<p>e <strong>DefCon</strong>, um jogo <em>multiplayer</em> onde cada jogador é um general que deve fazer o melhor para defender sua nação e arrasar os outros, culminando, obviamente, em holocausto nuclear, à medida que a situação vai se agravando.</p>
<p>E, como de costume, um bônus para os jogadores que pagarem acima da média atual: <strong>Aquaria</strong>, um ótimo "Action/RPG" subaquático(a ser resenhado em breve) e <strong>Crayon Physics Deluxe</strong>, um  puzzle de física onde você deve resolver problemas desenhando formas com lápis de cera.</p>
<p>Aproveite, acesse o link e pague o quanto quiser em 4(ou 6) bons jogos, e divirta-se! :D</p>
<p><strong>NEWSFLASH!</strong> Como de costume, mais um titulo foi adicionado ao Humble Bundle: <em>Dungeons of Dredmor</em>, um jogo de exploração de dungeons(para os entendidos, "roguelike") que promete ser desafiador ao extremo. Pois é, a vantagem só aumenta! :D</p>
<p><hr /></p>
<p>From time to time the <a href="http://www.humblebundle.com">Humble Bundle</a> guys launch the... <em>Humble Bundle</em>, a bundle of indie games sold by as much as you want. Yes, even for free, you cheapskate! So, from now on, whenever there's a new Humble Bundle, I'll do a micro-review(or mirco-preview, I dunno) of the games in it, and they'll be reviewed later as they are played.</p>
<p>And with this introduction, this micro-review is already bigger than usual. It happens.</p>
<p>The <a href="http://www.humblebundle.com">Humble Introversion Bundle</a> is a bundle of games made by Introversion, including:</p>
<p><strong>Darwinia</strong>, a strategy game where the player must use programs to protect a virtual world populated by virtual little poeple;</p>
<p><strong>Uplink</strong>, a simulator where the player becomes a "hacker-for-hire", hacking systems and nabbing valuable information(just make-believe, of course);</p>
<p>and <strong>DefCon</strong>, a multiplayer game where each player plays a general doing the best to defend his nation and ruin all the others, peaking at, of course, a nuclear holocaust, as the situation gets worse and worse.</p>
<p>And, as of usual, a bonus for the players that pay above the current average: <strong>Aquaria</strong>, an excellent underwater action/RPG(to be reviewed soon) and <strong>Crayon Physics Deluxe</strong>, a physics puzzle where you must solve problems drawing shapes with crayons (well, duh).</p>
<p>Enjoy, access the link and pay as much as you want for 4(or 6) good games, and have fun! :D</p>
<p><strong>NEWSFLASH!</strong> As of usual, another game has been added to the Humble Bundle: <em>Dungeons of Dredmor</em>, a rogue-like dungeon exploration game that promises to be as challenging as ever! You see, opportunity just got better! :D</p>
<p></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Mini-Max </strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 01:00:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=the-humble-introversion-bundle#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Dark Dot</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (T.P. (Toupeira Profissional))</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/dark-dot</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/dark-dot</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p><em>Bom, vamos à nossa primeira resenha de jogo iOS. Pra começar, um joguemos de graça. Mas antes, uma intro...</em></p>
<p><a href="http://itunes.apple.com/my/app/dark-dot/id473137574">
<img class="floatleft" src="http://i.imgur.com/KiHVC.jpg" alt="Dark Dot!"  title="Dark Dot!"></img>
</a></p>
<p>Você talvez já tenha lido alguma discussão sobre o potencial do iOS(o sistema operacional por trás do iPod, do iPhone, do iPad...) para jogos, provavelmente encabeçada pelo nosso companheiro <a href="http://hbdia.com">Israel Nobre</a>. Bom, o grande ponto forte do iOS é a sua loja online, a App Store, e a abertura para pequenos mas capazes desenvolvedores distribuirem seus jogos a preços baratos, o que facilita muito vender(porque quem é que compra um jogo de que nunca ouviu falar por mais de 100 contos?!). Então você tem jogos a níveis bem decentes(até mais que decentes) por menos de $10(em termos brasileiros, bota aí uns R$20,00, ainda mais barato do que muito jogo na PSN!). E o mais incrível é que há bons jogos disponíveis totalmente de graça, mesmo que em formato Freemium. Isso é o tipo de coisa que literalmente não se vê em mais lugar nenhum.</p>
<p>Mas nem tudo são flores e eu tenho dois problemas com a App Store: primeiro, a App Store no Brasil simplesmente não tem jogos. Você pode até me dizer que criar uma conta na App Store argentina é fácil, mas eu posso comprar jogos na Nintendo eShop ou na PSN brasileira(ok, que abriu há poucos meses atrás, mas ainda assim...) sem ter que me envolver com atividades no limiar da legalidade. O segundo problema é que, embora tenha muito, muito jogo grátis na App Store, a maioria ou é demo ou é uma bosta. Sei que é duro, mas a verdade é que a maioria dos jogos que estão disponíveis de graça não valem nem esse preço e são um desperdício de tempo e espaço em disco, com raras pérolas no meio.</p>
<p>Aí é onde entra Dark Dot.</p>
<p>Só olhando o ícone do jogo e os screenshots na App Store já é surpreendente que um jogo que possa contratar um artista decente seja assim de graça. E as surpresas não param por aí, óbvio. <a href="http://itunes.apple.com/my/app/dark-dot/id473137574">Dark Dot</a> é um jogo bonito, divertido, não foi visivelmente feito nas coxas e é até bem engraçado.</p>
<p>
<img class="floatright" src="http://i.imgur.com/TDxIv.jpg" alt="Formação estrela, ativar!"  title="Formação estrela, ativar!"></img>
 A história(simples) de Dark Dot é que o pequeno titular "ponto" se cansou de ser menosprezado por ser pequeno e, se entitulando "The Darkest Terror", decide liderar um pequeno exército para acabar com a raça de todo o mundo e tentar provar que ele é, sim, uma criatura digna de <strong>temor</strong>.</p>
<p>O jogo é um "shmup"(sigla pra "shoot'em up" ou, em bom português, "senta a púa") em que o jogador controla 12 dots(não, não dá pra ter mais) que podem ser organizados em qualquer formação que o jogador preferir. Ativando alguns pontos especiais do mapa, ele também pode lançar um ataque massivo, o Darkness Break, pra se livrar de paredes grossas de obstáculos ou inimigos poderosos.</p>
<p>E aí você pensa "caraca, um jogo supimpa desses de graça?!" Sim, exatamente. Tem um porém, claro: o jogo é desapontavelmente curto. Quando a história começa a ganhar gás, o jogo acaba. Não tenho certeza se o jogo é um demo e a versão completa está em desenvolvimento e será disponibilizada(por um preço) mais tarde, ou se ele será atualizado com o tempo, disponibilizando novos estágios com o tempo. Mas... de graça, meu amigo, ele vale totalmente a pena assim como é!</p>
<p><strong>Nota final: 4/5, +1 por ser de grátis! :D</strong></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>T.P. (Toupeira Profissional)</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 12:45:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=dark-dot#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Re-crônica: Ídolos de Barro</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/re-cronica-idolos-de-barro</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/re-cronica-idolos-de-barro</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>Novamente falando da evolução da mente, é um fator decisivo para a sobrevivência do indivíduo de uma espécie comunitária se identificar com seus semelhantes. Um indivíduo autista, na natureza, seria sumariamente eliminado pelo meio, pois sua incapacidade de se identificar com seus iguais, inclusive genitores, o isolariam da comunidade e o tornariam um alvo fácil para predadores e indefeso contra as forças do meio. Trágico, mas real. Obviamente, estou falando de seres <em>irracionais</em>.</p>
<p>Entrementes, como muitos outros instintos, seres humanos conservam em si o instinto de identificação e, inclusive, de imitação. Cada ser humano tem seu próprio conjunto de ídolos, que escolhe admirar, imitar e usar como exemplo. E este, amigos é o assunto de hoje: a admiração contra a falibilidade humana, uma luta interminável.</p>
<p>É completamente normal e saudável escolhermos, dentre tantas pessoas com as quais temos contato, uma que será nosso guia moral, intelectual e mais. Um ídolo que nos serve de modelo, em suma. Claro, existe um limite além do qual idolatria se torna, essencialmente, obsessão. E obsessão não é nada saudável. É difícil definir o limite, devido ao caráter definitivamente inexato da psicologia. Felizmente, existe uma faixa em torno dessa linha na qual já se deve prevenir tal estado. Antes prevenir que remediar, é o que dizem.</p>
<p>Enfim, é normal que o ser subordinado a seu ídolo o enxergue como alguém acima de todo e qualquer ser humano &ndash; exceto, talvez, outros ídolos. Que ele o veja como um ser, senão totalmente, quase perfeito. A firmeza de tal noção depende, puramente, de cada pessoa. Algumas pessoas tem mais facilidade de se desmistificar, enquanto outras não.</p>
<p>Por outro lado, o Universo não é perfeito, e por conseguinte, nem tudo dentro dele o é &ndash; se fosse, ele seria perfeito, pura lógica. Principalmente, seres humanos são imperfeitos, cometem erros e defendem ideais errados. E, claro, todo ser humano está longe do ideal de perfeição moral, intelectual e <em>et cetera et al</em>. E tem a questão da esclha de ídolos. E como tais coisas são, deifinitivamente, contraditórias.</p>
<p>Entretanto, é parte da vida, e quanto mais cedo &ndash; e melhor &ndash; aceitar-se que, sim, ídolos são humanos, falham e fazem besteira, assim como defendem ideais incompatíveis com suas ações &ndash; ou mesmo meramente com o que inferimos de suas ações &ndash;, geralmente melhor. Dependendo do grau de aceitação, ou teremos uma total desmistificação da humanidade &ndash; e, consequentemente, a rejeição de quaisquer candidatos a ídolo &ndash;, ou simplesmente a aceitação do fato. Conforme tudo na área de ciências humanas, depende do caso.</p>
<p>Isso tudo me serve de pretesto para mais uma mensagem de precaução. Ao ler este blog, tenha consciência de que somos todos humanos, pelo menos em mente. De que comentemos erros, falamos besteiras, defendemos o lado errado das questões, isso sem mencionar certas questões onde não há lado certo. Tentamos evitar comportamento indevido ou, genericamente falando, "errado", mas não garantimos a perfeição. Logo, tudo o que temos a fazer é pedir perdão, e se você não pode conviver com isso, vou pedir que saia sem incomodar o resto dos leitores que preferem nos aturar.</p>
<p>Em suma: ídolos de barro &ndash; ou de vidro, ouro, pedra... &ndash; se quebram algum dia. Você pode aceitar viver com um ídolo rachado, se não perpetuamente aleijado; ou pode simplesmente dar as costas. O importante é que não existe escolha errada.</p>
<p><em>Você, leitor de nosso blog há mais tempo(bota tempon nisso) talvez tenha achado isto familiar. Sim, isto é um "repost". Como o antigo blog será oficialmente terminado em breve, achamos que era de bom tom pegar os melhores textos de lá e republicar para o bem dos leitores mais novos... além de que, os textos sendo bons, não vejo por que não.</em></p>
<p><em>Ademais... o ritmo de escrita só anda descrescente. O que vier, sendo nosso, é lucro.</em></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 11:00:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=re-cronica-idolos-de-barro#comments</comments>
</item>

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<title>Kirby Mass Attack</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (T.P. (Toupeira Profissional))</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/kirby-mass-attack</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/kirby-mass-attack</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p>Kirby começou sua carreira no Gameboy em 1992 e, como acontece com vários destes personagens de franquias enormes, ele não era exatamente como conhecemos. Pra começar, ele não tinha sua marca registrada, a habilidade de copiar o poder dos inimigos, embora já fosse ligeiramente glutão e também tivesse poderes baseados em comida. Foi apenas em 1993, em <em>Kirby's Adventure</em> para o NES(e digo: um dos melhores jogos da série, <em>de longe</em>) que ele se tornou a bolinha de marshmallow cor-de-rosa de apetite insaciável e poderes metamórficos que conhecemos. Desde então ele aparece em vários outros jogos com uma carreira abrangente que vai desde o Gameboy Color até, agora mesmo, no Wii e no DS. E é justamente de seu mais recente lançamento que vamos falar.</p>
<p>...Não, não é <em>Return to Dreamland</em>, este ainda não saiu. Estou falando de <em>Kirby Mass Attack</em>. É <strong>óbvio</strong>.</p>
<p>
<img class="floatright" src="http://i.imgur.com/QrTcx.jpg" alt="Kirby Mass Attack, capa norte-americana"  title="Kirby Mass Attack, capa norte-americana"></img>
 Nesta nova aventura, Kirby enfrenta o nefasto Necrodeus, mais uma das entidades malignas de matéria escura do universo Kirbiano, que sem razão alguma divide o pobre Kirby em 10 Kirbys menores. Portanto, a missão de Kirby neste jogo é derrotar o vilão e se tornar novamente um Kirby só, íntegro. Não fica mais simples que isso.</p>
<p>O jogador controla os mini-Kirbys totalmente pela tela de toque, apontando a direção para onde eles andam, atirando os kirbys em todas as direções ou tocando objetos interessantes para que as pequenas bolotinhas rosas interajam com eles. De certa forma o <em>gameplay</em> lembra bastante a série <em>Pikmin</em>, e isto somado ao fato de que Kirby, nesta encarnação, não tem a habilidade de roubar poderes especiais de seus inimigos, são o único problema do jogo: ele não parece um "jogo de Kirby". Com exceção dos spin-offs mais óbvios(<em>Kirby's Avalanche</em>, estou olhando <em>bem pra você</em>), todos os jogos do herói fofinho e rosado tinham este ponto em comum, até mesmo o excêntrico <em>Canvas Curse</em> e o... "gôlfico" <em>Dream Course</em>. Eu tenho a impressão de que este jogo, em conceito, não era um jogo do Kirby, mas foi aproveitado e ganhou uma cara familiar para ajudar o marketing. Pra ser sincero, não sei pra que fariam isso, mas nada é impossível.</p>
<p>
<img class="floatleft" src="http://i.imgur.com/txxnR.jpg" alt="Kirby vs. Wispy Wood, mais uma vez..."  title="Kirby vs. Wispy Wood, mais uma vez..."></img>
 Por outro lado, o jogo não é ruim. É divertido devastar as paragens com dezenas(ok, <em>uma</em> dezena) de Kirby's famintos, e o jogo conta com variados estilos de "sub-chefes" que mantém as coisas interessantes e surpreendentes ao longo do jogo. Não que eles tenham deixado os inimigos clássicos de lado("oi, Wispy Wood, você por aqui?"), e esse balanço de novidade e classicismo é realmente satisfatório.</p>
<p>E, além do mais, o jogo conta com muitos, muitos modos extras, desde um jogo de pinball até um <abbr title="shoot'em up">shmup</abbr> e um RPG(okay, uma sequência de lutas que lembram o estilo de RPG) que podem muito bem preencher mais um bom tempo de jogo se o jogador se cansar da história principal.</p>
<p>Enfim, não é exatamente o melhor jogo de Kirby já feito(este título é disputado entre <em>Adventure</em>, <em>Dream Land 3</em> e o futuro <em>Return to Dreamland</em>, com certeza), e é estranho que o provavelmente último jogo de Kirby no DS seja tão atípico considerando que sua última iteração(<em>Squeak Squad</em>) foi tão incrivelmente competente no quesito "Kirbydade", mas... vale a pena, meus caros fãs de Kirby. Vale toda a pena! :D</p>
<p><strong>Nota: 3.5/5</strong></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>T.P. (Toupeira Profissional)</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 12:10:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=kirby-mass-attack#comments</comments>
</item>

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<title>Will Tirando</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (T.P. (Toupeira Profissional))</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/will-tirando</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/will-tirando</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p>Oi, pessoas! Hoje temos nossa primeira resenha de webcomic, ou webtira, como você preferir. Aí eu achei que, pra começar, a gente devia começar com um produto nacional. Isso e o Guedes falou que esse site é brasileiro, então temos pelo menos que ter uma webcomic brasileira né?</p>
<p><a href="http://www.willtirando.com.br">
<img class="full" src="http://i.imgur.com/6E6rz.png" alt="Will Tirando" title="Will Tirando"></img>
</a></p>
<p>Enfim, <a href="http://www.willtirando.com.br">Will Tirando</a> é o site de Will Leite, cartunista. Seus quadrinhos são bastante livres, não tem tema fixo nem personagens definidos &ndash; a não ser quando têm, <a href="http://www.willtirando.com.br/?post=682">dona Anésia</a> que o diga &ndash; e só tem um compromisso: ser engraçado. Ou não. O que vale é a intenção.</p>
<p>Tá, estou sendo vago demais. Então vejamos... O traço do Will é muito interessante, bem fluido e solto, o que é muito bom pra uma tira que não tem nenhuma pretensão de seriedade, continuidade ou, em geral, de ser "épica". Dá pra começar a ler as tiras do Will sem praticamente nenhum problema começando de qualquer ponto, porque basicamente cada piada tem início, meio e fim. É vapt-vupt, leu-riu e o seu dia até fica mais feliz. :D</p>
<p>Levando em conta as poucas coisas "contínuas" no site do Will, temos os <a href="http://www.willtirando.com.br/?post=503">Desenhos Livres</a>, que normalmente são divertidos e criativos(e não têm nada com nada); as tiras da <a href="http://www.willtirando.com.br/?post=671">Dona Anésia Sinceridade</a>, a senhora áspera como uma lixa e ácida como um tamarindo que conquista o coração dos leitores; as piadas do <a href="http://www.willtirando.com.br/?post=667">Tirando da Cabeça do Leitor</a>, criadas a partir de sugestões dos leitores(que muitas vezes são mais piadas do que tiras mesmo); e meu favorito, <a href="http://www.willtirando.com.br/?post=669">Viva Intensamente</a>, tiras que por praticamente razão nenhuma são estreladas só por cachorros.</p>
<p>Enfim, Will Tirando. Tiras divertidas e sem compromisso, uma feliz adição para o seu leitor de RSS que provavelmente não vai te decepcionar.</p>
<p><strong>Avaliação: 8.5/10</strong></p>
<p>E, se você está se perguntando por que os personagens do Will não têm nariz, bem... XD</p>
<p><a href="http://www.willtirando.com.br/?post=400">
<img class="full" src="http://i.imgur.com/i5AvS.png" alt="Simplesmente adoro essa tira; pra ver em tamanho inteiro, dê um clique!" title="Simplesmente adoro essa tira; pra ver em tamanho inteiro, dê um clique!"></img>
</a></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>T.P. (Toupeira Profissional)</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 12:30:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=will-tirando#comments</comments>
</item>

<item>
<title>O Dia do Curinga</title>
<author>korso_asclepius@yahoo.com.br (Korso Asclepius)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/o-dia-do-curinga</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/o-dia-do-curinga</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post korso"><p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jostein_Gaarder">Jostein Gaarder</a> é mais conhecido &ndash; se é que é conhecido &ndash; pelo seu livro de filosofia entitulado <em>O Mundo de Sofia</em>. O Mundo de Sofia é em iguais partes mistério ontológico e livro didático, e talvez responsável por qualquer interesse por filosofia causado em jovens em idade de Ensino Médio, o que não é um feito de se fazer pouco caso. Mas esta resenha não é sobre o Mundo de Sofia. É um livro ótimo, mas tenho em mente outro livro no momento.</p>
<p>Antes de seu livro mais conhecido, Gaarder publicou outro livro, mais curto e escrito em estilo diferente, mas que possui vários pontos comuns com sua obra futura. Este livro contava a história de um pai e seu filho viajando pela Europa em procura da mãe do rapaz, enquanto este rapaz descobre fatos assombrosos sobres sua própria família através de um pequeno livro dado a ele por um misterioso padeiro enquanto seu pai lhe explica fragmentos de filosofia. Este livro é <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Solitaire_Mystery"><em>O Dia do Curinga</em></a>.</p>
<p>
<img class="floatleft" src="http://i.imgur.com/NYYOw.jpg" alt="O Dia do Curinga/The Solitaire Mystery"  title="O Dia do Curinga/The Solitaire Mystery"></img>
 Se você, como eu, teve seu primeiro contanto com Gaarder através de <em>Sofia</em>, provavelmente irá notar as semelhanças com mais clareza, devido ao estranho efeito que é ter a impressão de que já viu algo antes, quando na verdade deveria ter sido depois. Em outras palavras, uma espécie de <em>dejavu</em> num espaço-tempo digno de Escher. Mas divago. Ambos os livros possuem elementos comuns: um protagonista juvenil e figuras paterna e materna que se alternam no papel de guardião presente mas quase ignorante do que se passa, enquanto o outro está literalmente ausente por quase toda a história(os sexos se invertem, aliás, nos dois livros); uma figura quase mítica que traz o protagonista para dentro da trama quase sobrenatural; uma outra história dentro da própria história; o tema subtextual da relação entre criatura e criador... e outras semelhanças temáticas, mas isto foge daquilo que mais chama a atenção no processo da leitura: Gaarder literalmente repete trechos de <em>Curinga</em> em <em>Sofia</em>, em destaque sua analogia com o baralho e o significado do Curinga, que em <em>Sofia</em> é relacionado a Sócrates e em <em>Curinga</em> ao pai de Hans(ou não), e em ambos é um símbolo do filósofo.</p>
<p><em>O Dia do Curinga</em>, dividido tematicamente em 53 capítulos, mostra sinais do processo de melhora que Gaarder passou entre este e seu sucessor. A história principal não é tão envolvente quanto em <em>O Mundo de Sofia</em>, e a história B, contada pelo estranho livro, puxa mais a atenção e o interesse do leitor, tornando a narrativa algo como um intervalo no meio do espetáculo mais esperado. Por outro lado, as lições filosóficas são apresentadas de maneira mais sutil e menos didaticamente organizadas em <em>Curinga</em> &ndash; embora, considerando sua classificação como livro de filosofia, isto não seja um ponto contra <em>Sofia</em>.</p>
<p>Enfim, este é um livro de história com toques de filosofia, enquanto <em>O Mundo de Sofia</em> seria um livro de filosofia com toques de história. E nenhum dos dois é exatamente pior do que o outro por isso. Se você já leu "O Mundo de Sofia", recomendo também ler "O Dia do Curinga". Se não, recomendo ler os dois.</p>
<p><strong>Veredicto: 8.5/10</strong></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Korso Asclepius</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 13:00:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=o-dia-do-curinga#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Internet: a cura para a nostalgia?</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/internet-a-cura-para-a-nostalgia</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/internet-a-cura-para-a-nostalgia</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>A nostalgia é um sentimento que considero, sinceramente, falso. Todo o princípio por trás do sentimento de saudade e quase desejo por um tempo que se foi e não volta mais é principalmente causado por dissonância cognitiva, ou a incrível habilidade humana de enganar a si próprio como ninguém mais seria capaz. Explico, claro. Eu sempre explico.</p>
<p>Peguemos um exemplo cultural, que será mais fácil de explorar. A reclamação onipresente é que a música "de hoje" é uma bosta, que os jovens "de hoje" não tem nem um pingo de bom gosto e "no nosso tempo" é que era bom. Pois bem. A primeira parte da dissonância é simples: dá pra <em>ver</em> que a produção musical atual está longe de ser unanimemente boa. É fato, não discuta. A segunda parte é que é mais complicada um pouquinho. Tem a ver com o fato de que nossa memória é uma coisa horrível de ruim.</p>
<p>Fato é que, como seres humanos, nossa memória é bem falha. O cérebro normalmente usa truques e pequenas gambiarras para se lembrar de coisas, e quando não lembra ele simplesmente inventa e, se trucado, finge que não é com ele. Pois bem, com tão pouco espaço, é óbvio que as primeiras coisas a serem jogadas fora são aquelas por que não nos interessamos. Isto inclui, obviamente, música ruim(apesar do fato de que música ruim gruda na cabeça, nem todas podem grudar ao mesmo tempo). Só nos lembramos do que é bom e do que gostamos. E isso se propaga de tal forma que é difícil nomear um cantor desafinado da década de 50, porque todos eles foram esquecidos coletivamente. Puf. Adeus.</p>
<p>Daí a coisa ganha um ar de fato, mas o real fato é que estamos <em>vendo</em> que a música de hoje é composta principalmente por merda, enquanto que <em>lembramos</em> que, no nosso tempo e antes, era tudo extraordinário. A falta de registros ou simplesmente o trabalho que dá uma pesquisa decente legitima a nostalgia e acreditamos que, de fato, antigamente é que era legal. E agora chegamos no título.</p>
<p>Dadas as condições para que a nostalgia se instale, a internet poderia ser a cura para isso? Imagine-se contando para seus netos como a música de hoje é que era "o bicho" e essa coisa que chamarão de "Renecoteco Paulistano" ou o que quer que seja que inventem nos próximos quarenta anos é só barulho e invencionismo que prospera só porque a mídia dá atenção. Imagine então seus netos pegando um tablet/smartphone/"wristpad", abrindo o YouTube e nos mostrando um vídeo do Restart, do Justin Bieber, da Ke$ha ou, horror dos horrores, de algum funk carioca(qualquer um; escolhe). Sua nostalgia é inválida e a prova está logo ali ao alcance de uns cliques.</p>
<p>É tudo ficção especulativa, mas a internet pode ser o fim dessa espécie de nostalgia que ignora que a Lei de Sturgeon &ndash; que prega que 90% de tudo é porcaria &ndash; tenha tido a mesma força no passado como no presente e no futuro da mesma forma que criacionistas negam que tenha existido qualquer coisa no passado infinito como haverá para todo o sempre no futuro. Que não devem ser todos, mas dane-se, a analogia é minha e já estou gastando espaço demais.</p>
<p>Existem outros motivos para nostalgia &ndash; a associação com a própria juventude sendo o maior e talvez mais "legítimo" deles. Existem várias razões para que um futuro como o descrito seja inviável &ndash; como a incapacidade de manter os registros da história integrais e intocados por tanto tempo, ou a deterioração da informação mesmo que em forma digital. Mas o argumento está posto. Este editorial cumpriu sua função.</p>
<p>Dúvidas e opiniões contrárias, o formulário de comentários é cortesia da casa. E até mais ver!</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 11:30:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=internet-a-cura-para-a-nostalgia#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Photoshop Disasters</title>
<author>o_token@yahoo.com.br (Token O. Jones)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/photoshop-disasters</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/photoshop-disasters</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post token"><p>Fato: Photoshop é <strong>o</strong> software gráfico, o que é reforçado pela sua promoção ao <em>status</em> de verbo, ao lado de outros gigantes da cultura moderna como Xerox e o Twitter(não, Google não virou verbo, pelo menos não em português). É um programa cheio de recursos e conhecido principalmente como aquele negócio que se usa pra fazer mulheres nem tão perfeitas ficarem surrealmente perfeita em revistas de.... Interesse cultural. A questão toda é que, por melhor que seja o aplicativo, ele não faz milagre, e botar ferramenta ultra-mega-Masters foderosa na mão de incompetente só pode dar em uma coisa: desastre. E como estudioso erudito de humor(PhD em Pastelão, rapá), eu sei muio bem que existe pouca coisa com mais potencial humorístico do que desastre. E é por isso que o <a href="http://www.psdisasters.com//">Photoshop Disasters</a> existe.</p>
<p>Não tem nenhum segredo: o PSD é uma coletânea das bizarrices mais estranhas já feitas com um Photoshop nas mãos do sobrinho estagiário de alguém. O que me espanta mais do que as figuras que fazem essas coisas é saber que alguém, em algum lugar, examinou e aprovou um anúncio com <a href="http://www.psdisasters.com/2011/08/overstock-half-cat-is-better-than-no.html">só meio gato</a>, por exemplo.</p>
<p>Bem, o site é auto-explicativo. Mais duas coisinhas então, antes de eu chamar isto de pauta e mandar pra publicação: primeiro, que o site é bem prestativo com um link especial caso você não consiga ver as falhas enormes nas imagens de cara. Também é bom que mantém as pessoas que têm <em>ódeo</em> a "setinhas" satisfeitas.</p>
<p>E a outra é que sim, o Brasil também anda fazendo bonito. No caso, é bonito ser feio, mas tanto faz. Meu favorito é esta <a href="http://www.psdisasters.com/2009/05/crescer-behind-you.html">capa da revista Crescer</a> que certamente assombrará meus sonhos e provavelmente me tornará infértil de puro pavor de criar uma coisa <em>dessas</em>.</p>
<p>Enfim, tenham uma ótima semana!</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Token O. Jones</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 11:00:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=photoshop-disasters#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Villainous</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (Mini-Max )</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/villainous</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/villainous</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post minimax"><p>Em uma época distante, um jogo de "Tower Defense" era uma coisa nova. Hoje em dia "Tower Defense" virou um gênero próprio, daí todo mundo tenta fazer algo de novo. Em destaque, <a href="http://www.kongregate.com/games/Rete/villainous">Villainous</a> inverte completamente os papéis e te coloca como o malvado mago que tenta saquear a cidade mandando hordas de monstros contra torres estrategicamente colocadas. Como todo mundo adora o lado negro(vamos, admita!), o resultado é um jogo original e divertido. Então aproveite que é sexta-feira no final do expediente e mate um bocado de tempo(e alguns aldeões inocentes)! =D</p>
<p><hr /></p>
<p>A long time a go, a tower defense game was something new. Nowadays, "Tower Defense" became its own genre, so everyone tries to do something new. Notably, <a href="http://www.kongregate.com/games/Rete/villainous">Villainous</a> switches the roles and puts you in the shoes of the evil wizard trying to pillage the city sending waves of monsters against strategically positioned towers. Since everyone loves the dark side(come on, admit it!), the result is a fun and original game. As it's the end of the shift on a Friday, go and kill some time(and some innocent villagers, too)! =D</p>
<p><hr /></p>
<p><strong>Avaliação/Rating: 4/5</strong></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Mini-Max </strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 19:00:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=villainous#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Rango</title>
<author>korso_asclepius@yahoo.com.br (Korso Asclepius)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/rango</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/rango</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post korso"><p>Adentraremos o deserto de Mojave no oeste americano, onde o sol é quente, a terra é quente, o ar é quente e a água, se você encontrar, provavelmente também é quente. Este cenário desolado porém fantástico é onde se passa a história de <em>Rango</em>.</p>
<p>
<img class="floatleft" src="http://i.imgur.com/vORdg.jpg" alt="Rango"  title="Rango"></img>
 Rango conta a história de um camaleão sem nome e sem identidade que tenta recomeçar sua vida como um herói, em uma trama recheada de mentiras, coincidências bizarras e muitos, muitos personagens carismáticos. Mas falaremos disto depois. Tudo começa quando ele cai acidentalmente do carro de seus donos em pleno deserto e, guiado por um tatu que pode ou não ser uma metáfora(ou um fantasma) ele encontra um vilarejo praticamente saído de um filme de faroeste, conhece todo tipo de figura pitoresca e tenta desmascarar um esquema nefasto perpetuado por figuras corruptas do local. Em bem verdade, a trama termina exatamente como se esperaria.</p>
<p>Mas, se a trama segue o arquétipo já conhecido do herói que se sustenta sobre uma teia de mentiras &ndash; que é inevitavelmente desfeita, e não tenho medo de trair suas expectativas com esta declaração, pois é afinal inevitável &ndash; e tem de lavar sua honra se tornando o herói que fingiu ser, Rango tem muito, <em>muito</em> mais a apresentar além de uma história divertida para toda a família com referências à cultura popular e ao gênero do faroeste. De fato, dois fatores roubam a cena com muita facilidade: o cenário e os personagens. Principalmente os personagens.</p>
<p>O plano de fundo, como já mencionado várias vezes, é o deserto de Mojave, mais especificamente o vale de Las Vegas e, em várias cenas do filme ele se mostra lindo, espetacular e letal. Mas, com tanta vida e ação acontecendo, a última parte se torna quase esquecível, e as planícies e mesas e vales formam um fundo magnífico para a história.</p>
<p>Quanto aos personagens, bem... há poucos personagens facilmente esquecíveis, desde que não estejam obviamente relegados ao fundo de cena. Tanto os coadjuvantes quanto os protagonistas e especialmente os antagonistas são cheios de personalidade, instigantes e divertidos. E, como se não bastasse o carisma, o desenho dos personagens é também impressionante. Cada criatura é representada com a medida certa e realismo e caracterização que cria um personagem animal que tem traços únicos e humanos moldados com suas características bestiais. E, que fique claro, assim como o terreno é inóspito, os desenhos não são "bonitinhos". São, pelo contrário, brilhantemente selvagens e dilapidados, afinal são todos(ou quase todos) criaturas deste deserto nada acolhedor.</p>
<p>E, verdade seja dita, a trama brilha também. Momentos divertidos abundam, as referências escrachadas ao <em>western</em> macarrônico são deliciosas e, em alguns pontos, a história parece sofrer um solavanco que contribui muito para a narrativa. De fato, à medida que os acontecimentos se aproximam do fecho, nota-se uma mudança de tom bastante bem-vinda.</p>
<p>Enfim, <em>Rango</em>. É divertido, é incrivelmente bem feito, e conta com notáveis talentos em sua produção(e antes que me esqueça de mencionar, o personagem principal é dublado por Johnny Depp; funciona incrivelmente bem). E, em um ponto do filme, temos uma perseguição de carroça por cães da pradaria caipiras montados em morcegos com esta trilha sonora:</p>
<p><iframe width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/PIGzvc5eiRY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Sim, isto é <em>A Marcha das Valquírias</em> tocada em banjos. O que quero dizer é que você definitivamente não vai se arrepender.</p>
<p><strong>Avaliação: 9/10</strong></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Korso Asclepius</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 13:20:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=rango#comments</comments>
</item>

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<title>Austríaco ganha direito de usar escorredor de macarrão em foto. Precisava?</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/austriaco-ganha-direito-de-usar-escorredor-de-macarrao-em-foto-precisava</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/austriaco-ganha-direito-de-usar-escorredor-de-macarrao-em-foto-precisava</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>Saiu na BBC em julho, mas apareceu hoje de novo por aí então, porque não? Tenho algumas coisas boas pra falar sobre isso.</p>
<p>
<img class="floatright" src="http://i.imgur.com/1pNn4.jpg" alt="Essa é a cara da figura"  title="Essa é a cara da figura"></img>
 A história é a seguinte: o sujeito em questão brigou na justiça pelo direito de usar um escorredor de macarrão como chapéu na foto da carteira de motorista. Sua justificativa era de que se trata de um símbolo religioso, logo deveria ser permitido como é nos demais casos(digamos, véus). A parte mais bizarra é que este argumento em si não é exatamente absurdo, tanto que ele ganhou a causa. A religião em questão trata-se do "pastafarianismo", mas eu gostaria de deixar isto pra depois. Também faz todo o sentido que o cara seja ateu. Você já vai entender, mas pode ler a notícia na íntegra <a href="http://www.bbc.co.uk/news/world-europe-14135523">aqui</a>.</p>
<p>O pano de fundo da história toda foi quando em 2005 a secretaria de educação do estado do Kansas aprovou o ensino do "design inteligente" como uma alternativa para a evolução nas escolas públicas, sob o argumento espúrio de que <a href="http://www.contraditorium.com/2011/01/05/h-diferena-entre-mostrar-os-dois-lados-e-ser-o-fio-terra-do-jornalismo/">"é preciso ouvir todos os lados da questão".</a> Pois bem, nisto o senhor Bobby Henderson escreveu uma carta-aberta satírica onde comparava o design inteligente a acreditar que um deus de macarrão e almôndegas(o "Monstro Espaguete Voador") criou o mundo e todas as criaturas vivas, e exigiu que ensinasse também o "Mostro-Espaguete-Voadorismo" nas escolas. Daí a coisa se alastrou. Mas até aí tudo bem.</p>
<p>Entenda, leitor: em casos onde a verdade é desconhecida e não há mais do que suposições, é válido ensinar os dois(ou três, ou quatro, ou o diabo) lados da moeda. Mas quando você está botando na balança de um lado uma teoria científica estudada e revisada profundamente, a qual se prova por evidências e fatos; e do outro uma hipótese espúria sem qualquer evidência que a suporte(e que fica ainda pior se você coloca no meio as teorias de "terra jovem", mas isso é outra história) e finge que os dois lados estão equilibrados, sinto dizer mas seu fio de prumo está torto. Muito. Daí a indignação compreensível e bem humorada ser cabível. Repetindo: até aí tudo bem.</p>
<p>O problema é quando a coisa se alastrou e originou o "Pastafarianismo", que até certo ponto ainda era apenas uma reação bem humorada. O problema começa quando os militantes entram em cena, e ateus militantes são tão ruins quanto qualquer tipo de militante religioso. Aparentemente a militância come regiões do cérebro que cuidam de injetar <a href="http://nodoadouniverso.com/2011/09/06/da-falta-de-nocao/">noção</a> e senso de ridículo no pensamento da pessoa. Então o limite entre ações inteligentes e pertinentes e coisas que fazem o sujeito parecer uma criança fazendo pirraça se torna um borrão. Aí o sujeito acha que está sendo engraçado, mas a reação final é de vergonha alheia. Pior: de gente que devia concordar com ele.</p>
<p>Admiro muito Carl Sagan. Seu livro "O Mundo Assombrado pelos Demônios" é, sem dúvida, um dos melhores livros sobre ciência já publicados. E outra coisa muito admirável é seu <em>modus operandi</em> de cético que sabe argumentar sem diminuir a oposição. Carl era quase o oposto de um militante, era carismático e ao invés de tratar a situação como uma guerra entre "nós" e "os outros", ele tentava entender o ponto de vista dos "outros". E, sem dúvida, ele teria o bom senso de não ocupar o sistema judicial com uma causa imbecil em nome de uma religião que mesmo seus crente não acreditam. Isso, meus amigos, já é achar que é bonito ser feio.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 01:00:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=austriaco-ganha-direito-de-usar-escorredor-de-macarrao-em-foto-precisava#comments</comments>
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<title>Qualidade em números</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes Azevedo Viana)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/qualidade-em-numeros</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/qualidade-em-numeros</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Bom dia, leitores! Estão gostand do blog? As resenhas são úteis? Como vai a família? Pois bem, agora que colocamos as coisas em dia, vamos ao assunto principal: notou alguma coisa diferente na <a href="http://reviews.guedesav.blog.br/post/ocarina-of-time-3d" rel="nofollow">última resenha</a>? Não? Nada? Nem mesmo aquela última linha que está até <strong>em negrito</strong>?</p>
<p>Pois é. De início eu não queria colocar avaliações objetivas neste blog de resenhas apesar de... bem, de serem resenhas. O meu problema é que sou incapaz de graduar coisas em uma escala de 1 a 10 que não seja com uma nota 1 ou 10. Menos exagero: eu até consigo avaliar coisas no meio, mas e você me perguntar se um tal filme é um 5 ou um 6, ou se o jogo tal merece uma nota maior do que outro jogo, a coisa complica.</p>
<p>Mas! Por outro lado, este é um site de resenhas e, bem, precisamos de critérios. Algo que diga ao leitor "isto aqui é, de fato, muito bom" ou "fuja disto com o diabo da cruz" sem ter que desvendar meus malabarismos semânticos. Logo, números.</p>
<p>E, de repente, eu faço algo divertido com isso também. O tempo dirá.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes Azevedo Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 14:22:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=qualidade-em-numeros#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Ocarina of Time 3D</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (T.P. (Toupeira Profissional))</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/ocarina-of-time-3d</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/ocarina-of-time-3d</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p>Bom, <a href="http://reviews.guedesav.blog.br/post/nintendo-3ds" rel="nofollow">eu já falei do 3DS</a>, vamos falar agora daquele que é, no momento, seu grande título: <strong>Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D</strong>. E continuará sendo, até sair Starfox 3D daqui a pouco.</p>
<p><iframe width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/kggOvvbLVO0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Ocarina of Time é um jogo que dispensa apresentações, mas eu estou aqui pra fazer meu trabalho, então... Ocarina of Time foi o quinto jogo lançado na série "The Legend of Zelda", e é até hoje considerado o melhor de todos os Zeldas de todos os tempos. Tanto que, depois de mais onze lançamentos recebidos com o inevitável veredito de "é bom, mas não é Ocarina of Time", o pessoal da Nintendo resolveu simplesmente dar aos fãs o que eles queriam de uma vez e fazer um remake em 3D. O que estou tentando dizer é que resenhar Ocarina of Time como um jogo a ser apresentado aos novatos simplesmente não dá certo, então vou assumir que você é familiar com o jogo original a partir daqui.</p>
<p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/uS97K.jpg" alt="Caso contrário, essas imagens devem dar uma boa idéia do que está por vir" title="Caso contrário, essas imagens devem dar uma boa idéia do que está por vir"></img>
</p>
<p>Em se tratando de um remake, acho que a pergunta fundamental é: vale a pena? O remake traz alguma coisa de novo ou melhor? A coisa toda não descambou em um jogo que consegue ser pior do que o original a despeito de anos e anos de aprimoramentos tecnológicos? Bem, felizmente, a resposta da última pergunta é "não". O remake de OoT na verdade é notavelmente melhor, a começar pelos gráficos. Sim, o 3DS não é nenhum PS3, mas é um avanço enorme com relação ao Nintendo DS(que por sua vez é um pequeno avanço com relação ao Nintendo 64), e todos os cenários e personagens ganharam um ar mais... moderno, por assim dizer. E antes que perguntem: sim, o efeito 3D é impressionante. Não, não recomendo jogar em 3D o tempo todo. Não dá pra mexer a cabeça. :|</p>
<p>Voltando ao assunto... as capacidades do 3DS foram bem aproveitadas no jogo, a começar pelo inventório diretamente na tela debaixo, o que significa menos aquela chatice de pausar o jogo pra trocar os equipamentos. Deram até uns dois <em>slots</em> extra de itens(que são ativados diretamente pela tela de toque) só porque podiam. :) O sensor de movimento do 3DS contribui com um sistema de mira que (pelo menos pra mim) é bem mais confortável, rápido e preciso do que mover a mira com o controle analógico. E, em termos de interface, acho que foi só isso mesmo.</p>
<p>No quesito jogo, a história ainda é a mesma, óbvio. Os lugares também são os mesmos, e as <em>dungeons</em> continuam as mesmas. <del>Mas os seus cabelos...</del> O que muda são adições sutis: uma daquelas pedras fofoqueiras...</p>
<p><a href="http://zelda.wikia.o/wiki/Gossip_Stone">
<img class="full" src="http://i.imgur.com/XsXax.png" alt="Essas aqui" title="Essas aqui"></img>
</a></p>
<p>...que disponibiliza "visões do futuro", ou seja, dá dicas para os jogadores que ficarem "presos"<sup>1</sup> no jogo. E um modo de "boss rush", ou seja, luta somente com chefões, que é acessável por meio da cama na casa do Link, que pra mim é o melhor modo de jogo possível(adoro chefões, sim). E mais uma coisa...</p>
<p>Como um extra, existe um segundo modo de jogo depois que se zera o modo normal. Um pouco de história: quando <em>Wind Waker</em> foi lançado, jogadores que comprassem na pré-venda ganhavam um disco extra contendo uma versão ultra-difícil de Ocarina of Time, chamado de "Master Quest". O modo "tenso" também está presente no Ocarina of Time 3D, com todos os mapas invertidos(o que, sim, causa um bom grau de desorientação quando você já está familiar com os mapas do jogo normal). E esta é, eu diria, a grande adição feita a Ocarina of Time em sua versão 3D, fazendo-o praticamente dois jogos pelo preço de um. Tá, um jogo e meio pelo preço de um!</p>
<p>Veredito final: se você já comprou um 3DS, você provavelmente é um grande fã da Nintendo, e se é um grande fã da Nintendo, provavelmente é um grande fã de Zelda. E se você é um grande fã de Zelda, Ocarina of Time 3D foi feito <em>pra você</em>! Em termos gerais, sem essa cadeia de pré-requisitos, Ocarina of Time é ainda melhor que o original. E, considerando que a única chance que você terá de jogar o original é se você tiver um N64 em casa(e, nesse caso, volto aos meus pré-requisitos), você provavelmente não terá outra chance de jogar o original. Logo, vale totalmente a pena.</p>
<p><strong>Avaliação: 10/10</strong><hr /><sup>1</sup> E antes que venham reclamar: se não fosse isso, seria GameFAQs mesmo.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>T.P. (Toupeira Profissional)</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 13:00:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=ocarina-of-time-3d#comments</comments>
</item>

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<title>BlogDay Especial: Di Vasca!</title>
<author>o_token@yahoo.com.br (Token O. Jones)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/blogday-especial-di-vasca</link>
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<description><![CDATA[<div class="feed post token"><p>Como hoje é o tal Blog Day, porque alguém achou que "31/08" se parece com "Blog"(assim, com muita boa vontade afundando o 8 pra baixo um cadinho), vamos falar de blog. Vamos falar de Di Vasca!</p>
<p><a href="http://divasca.blogspot.com">Di Vasca</a> é ilustrador e recebe emails esdrúxulos de gente que acha que se paga aluguel com "reconhecimento", "nome" e "imagem". Se você tem um blog e algum dia recebeu alguma proposta de divulgação, você provavelmente sabe o que é isso. O que vem em seguida é, inevitavelmente, uma troca de emails de uma cara-de-pau sem limites(e de vez em quando não se sabe quem é mais cara-de-pau, o cliente ou o ilustrador) em que o profissional tenta ser o mínimo prestativo possível. Obviamente, é hilário.</p>
<p>E, acho que não seria nada ético se eu não mencionasse que, se você conhece <a href="http://dontevenreply.com">Don't Even Reply</a> e <a href="http://27bslash6.com">David Thorne</a> (AKA, o cara da <a href="http://www.27bslash6.com/overdue.html">aranha de 7 patas</a>), você já é familiar com esse tipo de coisa.</p>
<p>Questiona-se: as histórias do Di Vasca são reais? Ou mesmo: o dito cujo é uma pessa de verdade? Ótima pergunta. Por um lado, há que se perguntar por que diabos alguém se daria ao trabalho de gastar seu tempo fazendo ilustrações para gente que não vai pagar, mesmo que seja com o intuito expresso de ser o máximo irritante possível. Por outro lado, o site é uma comédia, então leia e pare de se preocupar com isso!</p>
<p>E, como quem avisa amigo é, vai um aviso: o site é NSFW de vez em quando, especialmente na saga "O atraso", ou "A saga do Paulo José". Em termos diretos: pintos abundam. Mas pode ler em casa tranquilo, que você vai se divertir horrores.</p>
<p>E fui!</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Token O. Jones</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 23:20:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=blogday-especial-di-vasca#comments</comments>
</item>

<item>
<title>The Binding Force</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (Mini-Max )</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/the-binding-force</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/the-binding-force</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post minimax"><p>Imagine se <em>Castlevania</em> e <em>The Legend of Zelda</em> tivessem um filho. O bebê seria <a href="http://www.stencyl.com/game/play/2088">The Binding Force</a>, um jogo em flash simples e com gráficos obviamente retrô. O jogo ainda está na fase de demo, e poderia ser bem melhor se tivesse mais quebra-cabeças variados e menos problemas baseados em pulo. Mas é um jogo divertido e... bem, vamos esperar ficar totalmente pronto antes de tirar conclusões! Por ora, divirta-se!</p>
<p><hr /></p>
<p>Imagine if <em>Castlevania</em> and <em>The Legend of Zelda</em> had a baby. It'd be <a href="http://www.stencyl.com/game/play/2088">The Binding Force</a>, a simple flash game with obviously retraux graphics. The game is still in demo phase, and could be better if it had more varied puzzles and less platforming problems. But it's a fun game and... well, let's wait for the final product before taking any conclusions! For now, have fun!</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Mini-Max </strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 15:00:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=the-binding-force#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Apresentando... Mini-Max</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes Azevedo Viana)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/apresentando-mini-max</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/apresentando-mini-max</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Quando comecei um site de resenhas, uma das minhas primeiras determinações era acerca do tamanho das resenhas. Eu tenho basicamente dois problemas: o primeiro é uma tendência a escrever e tomar meandros no meio do discurso. O segundo é uma tendência a perder interesse em qualquer coisa que esteja aparentemente levando tempo demais. Isto inclui, claro, resenhas.</p>
<p>Então eu decidi manter minhas resenhas em uma faixa de 3 a 5 parágrafos. Como eu vim a descobrir(em minha primeira resenha, inclusive), o "parágrafo" não é uma medida aprovada pelo Sistema Internacional de Unidades por uma boa razão. Mas não demorou muito eu aprendi a moderar o tamanho dos parágrafos. E, de mais a mais, tudo vai bem. Só que antes disso eu tive outra idéia.</p>
<p>Veja bem, o problema de resenhar coisas e fazer disso, digamos, um meio de vida, é que você nem sempre tem um mundo de coisas a dizer sobre seu objeto de análise. Existem razões e razões pra isso, mas em geral a falta de assunto simplesmente acontece. É um fator presente na vida humana. Por outro lado, as vezes este algo existir é motivo o bastante para se escrever uma resenha. Ou, talvez, uma menção.</p>
<p>Daí, micro-resenhas.</p>
<p>
<img class="avatar" src="http://reviews.guedesav.blog.br/avatars/minimax.png" width="50px" alt="Mini-Max" />
 Este sujeito simpático se chama Mini-Max e é nosso correspondente oficial de micro-resenhas. Ele escreve sobre tudo aquilo que nos chama a atenção, deve ser mencionado de alguma forma, mas simplesmente não precisa de todo o envolvimento analítico-nerd do TP ou a sesquipedalofilia verborrágica do Korso, embora tenha uma predileção por jogos em Flash. Não perguntem o porquê. Ele só aparece, deixa o material e vai embora de volta pra toca. Foi um parto conseguir uma foto.</p>
<p>Bom, em breve ele vai aparecer no banner principal com o resto da equipe. E, como adendo, ele escreve resenhas bilíngues. Por que? Sei lá. Vai ver que é só porque tem tempo de sobra. Ou talvez queira dar algo aos leitores internacionais que chegarem por aqui. Sinceramente, eu não me importo.</p>
<p>No mais, uma salva de palmas pra ele. E rápido, que ele já está de saída.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes Azevedo Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 14:59:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=apresentando-mini-max#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Internet e Hipocrisia</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/internet-e-hipocrisia</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/internet-e-hipocrisia</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p><em>Antes de mais nada, coloquemos em pratos limpos: eu devia comentar notícias do Brasil e do mundo. Infelizmente, nosso contato com o mundo parece estar, digamos... abaixo de satisfatório, e assim é difícil comentar notícias. Há que se ter algum conhecimento de causa. Diante de duas soluções possíveis, escolhemos me alocar para um editorial semanal sobre... qualquer coisa, mas provavelmente sobre comportamento na internet.</em></p>
<p><em>Ainda bem, porque a outra opção era me despedir.</em></p>
<p><em>O editorial será mais ou menos como o blog era antes deste processo de... "resenhização". É um texto sem forma certa, sem guias e sobre praticamente qualquer coisa. Então, pra vocês que sentiram falta das nossas divagações sem sentido... taí! Aproveitem!</em></p>
<p><em>Tudo acertado, vamos começar.</em><hr />A humanidade é principalmente composta de pessoas horríveis. Ou, melhor dizendo, pessoas que, se tivessem a oportunidade de sair impunes, agiriam da pior forma possível. Uma prova(ou talvez uma mera consequência) disto é que bebês aprendem a mentir em vantagem própria por volta dos seis meses de idade. Mas, claro, um dia o bebê cresce, amadurece, e este hábito de mentir obviamente não desaparece. Na verdade, ele se refina. Daí surgem conceitos relativamente complexos como hipocrisia. Como todo mundo sabe, por alto, hipocrisia é a arte de pregar uma coisa e agir de forma diferente, até mesmo oposta. Não se engane, hipocrisia não é uma coisa boa. Não é legal ser hipócrita. Acho que este é um ponto que tem de ficar bem claro.</p>
<p>Mas é preciso ser justo: nem sempre o que parece hipocrisia o é, e daí surgem 3 falácias que acometem aqueles que acusam outrem de hipocrisia. É importante conhecê-las porque, como todos sabemos, na <em>internet</em> o mais importante em um debate é conhecer as falácias de argumentação, e com elas provar que seu oponente está errado em princípio. Estar certo é apenas um detalhe. Mas onde eu estava? Ah, sim, falácias...</p>
<p>Começamos pela falácia da <strong>hipocrisia das multidões</strong>. Ocorre quando se trata um grupo grande e diverso de pessoas como um só indivíduo que comete o ato hipócrita. Por exemplo, se uma banda <em>pop</em> qualquer se desvia para uma veia <em>punk</em>, os fãs reclamam que o som não é mais mesmo. Então a banda sai desta fase e retorna às raízes, e os fãs reclamam que querem o toque punk de volta. Hipocrisia, certo? <strong>ERRADO.</strong> O problema aqui é que existem muitos fãs, portanto é óbvio que um grupo aprecia as mudanças e outros não. Temos, portanto, não uma incongruência individual, mas um conflito de interesses. O importante é lembrar que, quando se fala de grupos, <em>é preciso provar que o comportamento inconsistente está sendo perpetuado pelas mesmas pessoas.</em></p>
<p>Em segundo, temos a <strong>hipocrisia condicional</strong>. Trata-se de um tipo de "espantalho", no sentido em que ataca-se não a um fato ou caso real, mas uma afirmação tirada do ar, ou mesmo das partes sujas do sujeito em questão. Falo, obviamente, dos sovacos. Enfim, se digo que "Fulana é chamada de vadia porque ficou com 10 homens na mesma noite, <em>mas se</em> fosse um homem seria aplaudido como um garanhão", isto é hipocrisia condicional. Antes de mais nada, se você está se coçando pra ir nos comentários me aporrinhar pelo exemplo, leia o maldito texto até o fim, por favor. Agora, voltando ao que interessa, a hipocrisia condicional se compõe de duas partes que se contradizem, com a ressalva de que a segunda parte <em>depende de uma condição que, se não é inverificável, é apenas uma suposição sem base em fatos reais</em>. Em casos extremos, mesmo a primeira parte é completamente fantasiosa.</p>
<p>E, finalmente, temos a <strong>hipocrisia arbitrária</strong>, que nada mais é do que um caso de <em>non sequitur</em>, ou seja, não existe nenhuma relação que justifique a hipocrisia. Nestes casos, <em>a única razão porque o que se diz e o que se faz são incongruentes é porque o locutor assim o quis</em>. É como dizer que tal e tal pessoa acha nojento mascar chiclete, mas volta e meia chupa uma bala de menta. No geral, se você pode responder "e o que o cu tem a ver com as calças", você tem nas mãos uma hipocrisia arbitrária.</p>
<p>E estas são as três falácias da hipocrisia. Importante notar que, diferente do que normalmente se acredita, uma falácia no meio da argumentação não invalida um argumento por si só. De fato,  um argumento só é inválido quando é falso, e um argumento falacioso pode muito bem estar com a razão. É por isso que eu te mandei ler o texto até o fim.</p>
<p>Enfim, mesmo que não sejam condições necessárias e suficientes para uma falsa acusação de hipocrisia, estar atento a falhas de argumentação é sempre útil na hora de perceber se um argumento faz sentido ou, senão, é apenas uma imitação oca de um pensamento coerente. E, por outro lado, evitar estas pequenas faltas ajuda em muito a comunicar o seu ponto de vista.</p>
<p>Tenho certeza que Carl Sagan ficaria orgulhoso.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 14:00:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=internet-e-hipocrisia#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Read It Later</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (T.P. (Toupeira Profissional))</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/read-it-later</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/read-it-later</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p><a href="http:<br/>
readitlater.com">
<img class="floatleft" src="http://i.imgur.com/SJSou.png" alt="Read it Later"  title="Read it Later"></img>
</a> Isto aqui se tornou uma das mais importantes ferramentas cotidianas para mim. Não que ela seja extremamente útil ou tenha mil e um usos, visto que o Read it Later só faz basicamente uma coisa: salva links. Mas, voltando àquela tecla, isto é muito importante.</p>
<p>O Read it Later é, basicamente, um sistema de <em>bookmarks</em>(o que se traduz geralmente para o português como "favoritos") online. Você cria uma conta e tem à sua disposição uma lista de links que você vai adicionando. Depois você pode marcar estes links como "lidos" e eles somem da sua lista(na verdade não; eles ficam na lista de lidos, de lá você pode remover eles de vez). E é esta a funcionalidade padrão do Read it Later: você salva os links, e lê a lista mais tarde quando puder.</p>
<p>E você pode estar pensando duas coisas: primeiro, como você não pensou em uma idéia tão simples. Eu sei, eu sei... mas é assim que as coisas são. A segunda coisa é se não seria mais fácil marcar isto nos favoritos do seu navegador, ou anotar links. Existem duas palavras chave aqui: portabilidade e praticidade.</p>
<p>A parte da portabilidade é que salvar os links no seu navegador só vai te ajudar se você sempre usar o mesmo navegador na mesma máquina. Nenhum navegador(com a exceção única, acredita, do Opera) possui uma funcionalidade de compartilhamento online de favoritos <em>nativa</em>. Portanto, se você salvou um link nos favoritos do seu trabalho, não vai conseguir acessá-lo em casa. Esta é, aliás, a principal utilidade do Read it Later pra mim.</p>
<p>A parte da praticidade é que, mesmo que você, digamos, copie o link e made email pra si mesmo pra ler depois, ou salve em um documento no Google Docs... é trabalho demais pra pouca coisa(e, no meu caso, salvar vários links de coisas do Reader que eu quero deixar pra depois seria um porre). O Read it Later já disponibiliza complementos para vários navegadores(Opera, cadê?) o que torna o ato de salvar um link na sua lista tão fácil quanto um clique com o botão direito.</p>
<p>Enfim, o Read it Later é uma daquelas idéias simples e geniais da internet. Ele faz o que promete, é fácil de usar e pode ser acessado de qualquer lugar(eu sei, hoje em dia o que não é... mas ainda conta). Se você estava procurando um serviço assim... bem, você já achou. Não perca tempo e crie sua lista! :D</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>T.P. (Toupeira Profissional)</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 11:00:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=read-it-later#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Resenha Clássica: Watership Down</title>
<author>korso_asclepius@yahoo.com.br (Korso Asclepius)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/resenha-classica-watership-down</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/resenha-classica-watership-down</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post korso"><p>Uma breve introdução: toda vez que você ver no título esta "etiqueta" de "Resenha Clássica", isto significa que estamos refazendo uma resenha que já foi feita no nosso antigo site, <a href="http://blog.guedesav.blog.br">Bruno Guedes e Toupeiras</a>. Entretanto, como o site antigo não tinha esta proposta de ser um repositório de resenhas curtas, tivemos de reformatar o conteúdo original para caber em nossa nova proposta. Sem mais delongas, vocês podem conferir o texto original ao final desta resenha.</p>
<p><hr /></p>
<p>
<img class="floatright" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/5/5e/Richard_Adams_WatershipDown.jpg" alt="Watership Down, capa clássica"  title="Watership Down, capa clássica"></img>
 <em>Watership Down</em> pertence a um gênero subestimado da ficção, muito provavelmente porque é difícil parao público em geral levar a sério um livro que é impossível ser descrito sem mencionar que 96% do seu elenco é composto por coelhos. Aos curiosos, os outros 4% são um rato do campo, uma gaivota, um gato e alguns humanos. Mas não é preciso ir muito longe para descobrir que há menor de fábula e mais da dura realidade em Watership Down. Acho que não demoram 2 capítulos, aliás.</p>
<p>Depois de ultrapassada o que chamaremos de "barreira dos coelhos", Watership Down pode ser apreciado como o épico que realmente é. Temos um grupo de destemidos heróis descobrindo terras estranhas(para eles, ao menos, já que não há muito que ser descoberto na Inglaterra hoje em dia), enfrentando perigos reais e psicológicos na procura de um novo lar para substituir sua antiga terra condenada pela expansão imobiliária. E, depois de tudo feito e um novo paraíso encontrado, vem a guerra. E, provavelmente, você ainda está pensando como um livro de coelhos tem isto tudo. Pois é.</p>
<p>E, mais como um adendo do que qualquer coisa, Watership Down inclui, em breves interlúdios, contos mitológicos de "El-ahrairah" que variam de um tom tipicamente leve e bem humorado de fábula a algumas histórias menos agradáveis, como contos de fadas em suas versões mais originais e menos modernamente açucaradas. Enfim, são intervalos lúdicos na narrativa séria(com raras exceções) de Watership Down.</p>
<p>Como a maioria dos livros do gênero, é difícil encontrar uma versão traduzida de Watership Down, embora como poucos do gênero ele <em>tenha</em> uma versão traduzida(se não para o português brasileiro, para o clássico português) sob o título de "A Longa Jornada", se não muito me engano(informações precisas são difíceis de se achar). Portanto, a disposição para ler um romance inteiro em uma língua estrangeira é necessária.</p>
<p>Mas é pouco sacrifício por um épico incomum e emocionante. E, claro, a prática de leitura é apenas uma feliz coincidência.</p>
<p><em><a href="http://blog.guedesav.blog.br/post/resenha-watership-down">Leia a resenha original aqui.</a> Em breve, resenharemos também a adaptação animada de </em>Watership Down<em> e sua sequência, </em>Tales of Watership Down<em>.</em></p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Korso Asclepius</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 16:45:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=resenha-classica-watership-down#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Diários do Desenvolvedor II</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes Azevedo Viana)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/diarios-do-desenvolvedor-ii</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/diarios-do-desenvolvedor-ii</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>Um dos erros que eu tomei o cuidado de não cometer nesta iteração de meu blog foi a causa de uma das maiores catástrofes na estrutura do meu antigo site, que acarretou em uma aniquilação das tags em todos os posts. O que aconteceu, para aqueles que não se lembram ou não liam o blog naquela época, foi que eu não planejei as tags de antemão e tentei criar um sistema para gerenciar as já existentes, com resultados desastrosos. Enfim, aconteceu.</p>
<p>Então dessa vez eu tenho tudo praticamente já planejado, todas as tags de que eu posso precisar no momento e no futuro, e meu sistema de tags e sub-tags tem tudo para fazer minha vida mais fácil caso eu precise adicionar tópicos mais específicos no futuro. Por exemplo, se eu começar a resenhar jogos de Xbox.</p>
<p>O que eu jamais iria imaginar é que eu iria cair em outro problema...</p>
<p>O problema está associado, eu suponho, justamente em fazer o tema deste blog resenhas. À medida que nossa biblioteca de resenhas for aumentando, e(assim esperamos) também nossa audiência, vão chegar leitores com interesses bem específicos. Por exemplo, ficção científica. Pois bem, o leitor que se interessa por FC, idealmente, teria um tag que filtrasse apenas os posts relativos a FC no arquivo, e quiçá acompanharia o site por um feed que incluiria somente ficção científica. Até aqui, supimpa.</p>
<p>Eu, como desenvolvedor, só teria que adicionar um tag FC ao banco e marcar os posts de ficção científica da maneira adequada. Nosso fã ideal de ficção científica seria um fã tão grande do tema que se deliciaria com qualquer coisa, desde que fosse FC. Senão, ajustar o sistema para criar uma busca por tags em conjunção(por exemplo, FC <em>e</em> Cinema) seria sem problemas. Novamente, até aí tudo bonito.</p>
<p>O problema, entretanto, é de interface. Onde exatamente eu devia mostrar cada gênero? Mostrar uma lista inteira embaixo de cada categoria particular? Impensável. A solução, é claro, foi simples...</p>
<p>...eu categorizei o sistema de categorias! Contamos agora com 4 colunas de fácil entendimento, e só o que faltaria é conseguir conjuntar os termos de cada categoria... mas, pra ser sincero, sem um público que exija isso, acho que fiz até demais.</p>
<p>E eu sei exatamente o que você está pensando, mas não dá pra botar gêneros de jogos junto com o resto. Destoa bastante. Melhor deixar separado mesmo.</p>
<p>Enfim, mais um capítulo da minha saga de desenvolvedor independente. No próximo capítulo... sei lá, algo sobre colunas e suporte multilingue, suponho...</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes Azevedo Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 00:30:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=diarios-do-desenvolvedor-ii#comments</comments>
</item>

<item>
<title>HUMORLeaks</title>
<author>o_token@yahoo.com.br (Token O. Jones)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/humorleaks</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/humorleaks</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post token"><p>
<img class="floatleft" src="http://26.media.tumblr.com/avatar_6e46a386b0e2_64.png" alt="HUMORLeaks"  title="HUMORLeaks"></img>
 <a href="http://humorleaks.tumblr.com/post/8828598130/n-uso-drogas-to-acordado-pq-preciso-pentear-o">Eu só estava esperando isso...</a></p>
<p>Àqueles que não me conhecem, eu sou Token O. Jones, ex-repórter investigativo, agora dedicando toda a minha existência celulósica ao humor e ao universo peculiar das inernets(que todos sabem, se diz no plural, por que são uma série de tubos). Daí eu tomar essa tarefa bizarra que é falar de humor. Deixa eu mandar o verbo de uma vez aqui: pouca coisa mata uma piada mais rápido do que explicar. Mas eu vou fazer meu possível.</p>
<p>Então, o HUMORLeaks é um <em>tumblr</em> basicamente dedicado a esculachar as instâncias mais sem graça, sem sentido dos altos expoentes do humor "alta classe" nacional. Você se perguntaria porque alguém escracharia o humor stand-up nacional, e eu apontaria que, de fato, nossos humoristas de pé estão no mesmo patamar dos norte-americanos... de dez anos atrás. Aliás, acho que falta pouco tempo pra alguém soltar uma piada sobre comida de avião...</p>
<p>Enfim, estava indo tudo até bem, mas aí aconteceu... o HUMORLeaks caiu na armadilha de Nietzsche. Olhou demais pro abismo, e o abismo olhou de volta. Em outras palavras, já que grande parte da audiência da internet é composta de tubérculos, o site ficou tão sem graça quanto a falta de graça que pretendia "denunciar". Porque, se você não entendeu até agora: corrigir piada não tem graça.</p>
<p>Porque, deixa eu ser sincero: <a href="http://humorleaks.tumblr.com/post/7524281843/o-pitbullying-e-o-animal-mais-implicante-que">reclamar de estereótipo em piada</a> e <a href="http://humorleaks.tumblr.com/post/7524555355/to-pensando-em-mudar-minha-bio-aqui-do-twitter">pagar de nojento</a> é o tipo de coisa que ninguém que saiba o que é humor faz. Que merda é essa, <a href="http://180graus.com/gente/mion-sobre-seu-programa-humor-do-bem-nao-vai-humilhar-ninguem-310147.html">"humor do bem"</a>? Daqui a pouco vão reclamar que tomate não fala!</p>
<p>HUMORLeaks, eu estou contigo. Zoar celebridade é um passaempo nacional, mas faz assim: tenta ser <em>engraçado</em>.</p>
<p>E eu sei, estou correndo o risco de ser hipócrita. Para isso, tenho a responsta perfeita: dane-se.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Token O. Jones</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 17:00:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=humorleaks#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Limbo</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (T.P. (Toupeira Profissional))</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/limbo</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/limbo</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/QkEZi.jpg" alt="LIMBO" title="LIMBO"></img>
</p>
<p>Se você gostou de Braid, ou se você aprecia jogos de <em>puzzle</em> com bons desafios e um enredo enigmátivo(e nesse caso, você com certeza gostaria de Braid) e não possui um XBox 360, você ficará feliz em saber que Limbo chegou agora à pouco à PSN Store e ao Steam.</p>
<p>
<img class="floatright" src="http://i.imgur.com/R8NSG.png" alt="Ahm... o que é aquilo? O_o"  title="Ahm... o que é aquilo? O_o"></img>
 Limbo tem uma história que deixa o jogador completamente no escuro(perdão, trocadilho acidental), mas que revela detalhes interessantes à medida que o jogo anda. Neste jogo, você controla um garoto caminhando no limbo à procura de... alguém. Ou algo. Não é claro no início. O que é claro é que, por alguma razão, o Limbo não quer te ver suceder nesta tarefa misteriosa. E assim você prossegue em uma sequência ininterrupta de armadilhas e quebra-cabeças. Bem-vindo ao Limbo.</p>
<p>O estilo artístico de Limbo reflete muito bem o clima sombrio e nebuloso de sua narrativa, se é que há uma narrativa exata. A jogabilidade é ao mesmo tempo nada inovadora(o jogo poderia ser facilmente jogado com um controle de NES :/ ) mas é envolvente, principalmente no modo como trata a "morte" do jogador. Digamos que, para um jogo estrelando um rapazinho feito de sombra, é bastante realista e perturbador.</p>
<p>
<img class="floatleft" src="http://i.imgur.com/evk2Y.jpg" alt="Bem vindo ao Limbo, nós temos aranhas gigantes!"  title="Bem vindo ao Limbo, nós temos aranhas gigantes!"></img>
 O mais interessante de Limbo é que, segundo os criadores, o jogo foi projetado para dar uma experiência única em um jogo de <em>puzzle</em>, em que nenhum dos desafios é igual ao anterior. É claro que existem algumas soluções semelhantes, mas diferente da maioria(quiçá <em>todos</em> os outros, mesmo) dos jogos do gênero, não se segue o método empregado em livros didáticos de repetir o mesmo exercício à exaustão(normalmente umas três vezes é o número mágico em jogos). É perfeitamente normal ficar agarrado em alguma parte simplesmente porque você não tem idéia do que fazer, porque não há nenhum precedente óbvio a seguir.</p>
<p>Limbo é um jogo relativamente curto, mas desafiador. Muito desafiador. E, claro, emocionante e lindo de uma maneira incrivelmente simples. Se você curte quebrar a cabeça, compre-o o quanto antes e divirta-se! =D</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>T.P. (Toupeira Profissional)</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 13:15:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=limbo#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Diários do Desenvolvedor I</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes Azevedo Viana)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/diarios-do-desenvolvedor-i</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/diarios-do-desenvolvedor-i</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>É comum projetos de desenvolvimento que têm algum contato com o público(um site oficial, por exemplo) publicar o que é chamado de "Dev Diary". É mais ou menos um relatório de progresso, mas voltado ao público. Como eu basicamente não achei um nicho pra resenhar &ndash; é a parte complicada de dividir sua atenção em personalidades distintas, o que sobra é genérico demais para ser um personagem notável &ndash;, isto aqui vai ser basicamente meu principal meio de comunicação com os leitores.</p>
<p>E, coincidentemente, a primeira coisa a noticiar é sobre esta seção mesmo.</p>
<p>Talvez você não tenha notado, mas esta seção não aparece na página inicial do site. A minha decisão de deixar a página inicial com apenas um post por questões de facilidade para o leitor. Assim, o sujeito já entra no site pode comentar, ao invés do <em>approach</em> usual de blogs de mostrar uma lista de posts e exigir que o usuário clique em um link de "leia mais" ou "comente aqui" para comentar. O fato de as resenhas serem curtas(ou pelo menos era o planejado) ajuda bastante.</p>
<p>Enfim, aí a questão é que, em um site chamado "Bruno Guedes e Resenhas", imagina-se que o que a pessoa quer encontrar são resenhas(ou Bruno Guedes, mas isso é raro). Logo, um "dev diary" não é bem o que se espera. Até porque, venhamos e convenhamos, pouca gente realmente quer ouvir um blogueiro falar do próprio blog.</p>
<p>Conclusão: posts nesta e outras categorias não serão mostrados na página principal nem listados nos botões de navegação, constando apenas nos arquivos e em páginas separadas, além de serem publicados no <em>feed</em>. Caso estejam curiosos, outros itens a receber este tratamento serão os avisos de "hiato" e as futuras micro-resenhas.</p>
<p>Então fiquem de olho. As novidades vão vir... na maciota!</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes Azevedo Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 01:00:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=diarios-do-desenvolvedor-i#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Creepypasta: BUT THEN WHO WAS PHONE?</title>
<author>o_token@yahoo.com.br (Token O. Jones)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/creepypasta-but-then-who-was-phone</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/creepypasta-but-then-who-was-phone</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post token"><p><em>Quem avisa amigo é: o artigo a seguir é TENSO e pode chocar alguns leitores. Recomendamos àqueles de nervos sensíveis e disposição delicada a não lê-lo exceto sob luz constante em ambiente agradável. Prossiga por sua própria conta e risco.</em></p>
<p>Boa noite. Aqui é Token O. Jones, ex-repórter investigativo, atualmente dedicando sua curta existência nesta Terra ao humor e à documentação de <em>sites</em> e coisas interessantes da <em>internet</em>(ou, como pronunciado em bom português, <em>internê</em>). Hoje, adentraremos aos fundos da sua alma humana e encontraremos nada mais que horror, medo e sobressaltos. Eu, claro, não tenho este problema, porque não tenho alma.</p>
<p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/OQ9rK.jpg" alt="...oi." title="...oi."></img>
</p>
<p><em>Creepypasta</em> é um fenômeno da internet que surgiu no <a href="http://4chan.org">4chan</a>(AVISO: qualquer, <em>QUALQUER</em> link para o 4chan é potencialmente NSFW. Avisado você foi!), como todos os fenômenos da internet(estou de olho, sites de humor!). É basicamente um conto de terror. Mas, como tudo que a internet toca, isto aqui não é Edgar Allan Poe ou H. P. Lovecraft. É <em>bem</em> mais bizarro.</p>
<p>O creepypasta ideal é composto de até 5 parágrafos e tem uma única função: mexer naquele medo primordial que dorme no fundo do seu cérebro ainda primitivo, invocando simultaneamente o instinto natural de medo do desconhecido e do bizarro, mas também aquela sensação ainda mais bizarra de saber que aquilo não pode ser real, então não há do que ter medo.</p>
<p><strong>Ou não.</strong></p>
<p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/0ZVrf.jpg" alt="Opa, quase não vi você aí" title="Opa, quase não vi você aí"></img>
</p>
<p>Existe todo tipo de creepypasta, dos óbvios contos do sobrenatural, às histórias que praticamente criam seu próprio <em>mythos</em> de terror, àqueles que pegam fatos estranhos da vida real e dão um <em>twist</em> de terror que faria M. Night Shyamalan verde de inveja. E depois desmaiar de puro terror, claro.</p>
<p>E se você, criatura humana temerária e inconsequente, se sente intrigado e mesmo entusiasmado lendo esta... resenha, eu acho... bem, o melhor lugar para continuar a ser aterrorizado até decidir que, afinal, você não precisa dormir mesmo, são as coletâneas. A antiga <em>Encyclopedia Dramatica</em>, hoje reduzida ao inofensiva site "Oh Internet", contém <a href="http://ohinternet.com/Creepypasta">várias listas de creepypastas de diferentes qualidades</a>. E, se ainda quiser mais, elas têm <a href="http://creepypasta.wikia.org">a própria wiki</a>! E, claro, você pode procurar "creepypasta" no google. <a href="http://lmgtfy.com/?q=creepypasta">Eu te ajudo</a>.</p>
<p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/KJ0Yt.gif" alt="Bons sonhos!" title="Bons sonhos!"></img>
</p>
<p>Neste exato momento você está terminando de ler este texto, e se você está lendo isto à noite e não excretou nenhum tijolo pelas partes baixas, parabéns. Ou pode ser que eu tenha calculado o tempo que você levaria para ler este parágrafo errado. Hm, espera aí...</p>
<p>...ah, perfeito. Agora você já deve ter visto. E se viu, não vai conseguir desver.</p>
<p>Bons sonhos! :D :D :D :D</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Token O. Jones</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 02:59:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=creepypasta-but-then-who-was-phone#comments</comments>
</item>

<item>
<title>Nintendo 3DS</title>
<author>professional.mole@yahoo.com.br (T.P. (Toupeira Profissional))</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/nintendo-3ds</link>
<guid>http://reviews.guedesav.blog.br/post/nintendo-3ds</guid>
<description><![CDATA[<div class="feed post pro-mole"><p>
<img class="floatleft" src="http://i.imgur.com/CgdQD.png" alt="O meu é tipo esse, só que preto"  title="O meu é tipo esse, só que preto"></img>
 Quando eu comprei meu 3DS em Maio, eu tinha planos de resenhá-lo no blog antigo, mas todos sabemos que isso nunca aconteceu. Daí quando fizemos este blog novo, eu tinha esperança de resenhá-lo aqui. Ia ser supimpa.</p>
<p>Só que com as atuais tendências, eu sinceramente não consigo dizer, de cara séria(ou melhor, de cara feliz =P ) que um 3DS vale realmente a pena. No máximo, eu posso te contar porque eu não me arrependo de ser o único dono de 3DS do Brasil. XD</p>
<p>A razão mais óbvia que vem à sua cabeça, provavelmente, é que eu sou fanboy da Nintendo. Eu não diria que sim, a não ser para definições bem <em>relax</em> de fanboy. Mas essa nem é a razão. A razão por que eu comprei um 3DS depois de pouca deliberação(sejamos honestos, né?) é porque meu último portátil era esse aqui:</p>
<p>
<img class="full" src="http://i.imgur.com/DFP8O.jpg" alt="Foto do DS antigo, cortesia do DS novo" title="Foto do DS antigo, cortesia do DS novo"></img>
</p>
<p>Sim, isso é um DS "fat" mesmo. Comprei com salário de estágio, e me fez muito feliz. Mas voltemos ao 3DS: a razão porque eu tinha planos de comprar um bicho desses perto do lançamento é justamente porque meu DS já estava na hora de ser upgradeado. Ou substituído, mas você entendeu, certo?</p>
<p>Mas o que o 3DS tem de bom? Bom, ele tem a tela 3D, claro. É um efeito supimpa, sim, mas justamente por ser o primeiro em sua categoria é um efeito porco que obviamente será muito melhor implementado no futuro pela concorrência. E nem é o que há de melhor, oh não.</p>
<p>Não listarei todas as especificações técnicas, mas o 3DS é uma melhora definitiva com relação ao seus primos mais antigos(só perde em tamanho pro DSi XL, mas o XL é um monstro), com gráficos consideravelmente mais poderosos inclusive(ouso dizer que ele chega a níveis PS2 na escala de fidelidade! Wow!). Ele também conta com uma loja online, suporte ao Virtual Console(i.e., a habilidade de jogar jogos de consoles antigos, embora só jogos portados oficialmente) e um controle analógico que, não é nada, não é nada, já elimina a necessidade da desgraça que era o controle por <em>touch screen</em>.</p>
<p>Só que, por mais que os fãs tentem negar, ele não anda bem. O preço abusivo teve que ser reduzido quase que como medida desesperada. As melhores <em>features</em> do sistema só ficaram disponíveis com <em>meses</em> de atraso, a loja online é incrivelmente pobre em software próprio do sistema(conta, agora, com um total de <em>5</em> títulos para 3DS, o resto jogos antigos para DSi), e a biblioteca ainda é pobre, mas pobre mesmo, com <em>Ocarina of Time 3D</em>, um remake, sendo o grande trunfo(algo questionável, visto que é um remake de um jogo com mais de 10 anos de idade). E, para mais informações do declínio do 3DS, sugiro que leia <a href="http://tecnoblog.net/72092/e-o-3ds-vai-mal-das-pernas/">este artigo do Izzy Nobre</a>.</p>
<p>Considerações finais: primeiro, me entristece de ver que <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ifQOJ2_FIz4">praticamente todo o marketing do 3DS</a> foi voltado para sua <em>feature</em> mais instável, o 3D. Qualquer pessoa que o tenha visto em ação sabe que isso só funciona para um limitado camp de visão, e o fato de que é potencialmente prejudicial a visão não ajuda nem um pouco. O resultado é que, quando as limitações ficaram óbvias, o hype caiu horrivelmente, e o restante do potencial do console praticamente morreu.</p>
<p>Finalmente (finalmente!), o que eu tenho a dizer? Bem, meu motivo para ser <em>early adopter</em> já foi exposto. Se você me perguntasse "TP, eu devo comprar um?" Eu diria que não. Não ainda. Espere um ano. Ou pelo menos seis meses. Até lá, muita coisa pode rolar. No mínimo, a biblioteca de jogos terá um número decente de jogos bons, e é incrivelmente provável que uma versão melhorada do console(um 3DSi, quem sabe) já esteja nos planos, e provavelmente será muito melhor do que o atual aparelho. Mas, no fim, no fim, vale a velha lição: sair muito na frente em videogames é um negócio arriscado.</p>
<p>Sim, o futuro do 3DS é incerto... mas não me arrependo da minha escolha. Afinal, já que eu entrei na festa, eu vou pelo menos comer bolo. =D</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>T.P. (Toupeira Profissional)</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 13:30:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=nintendo-3ds#comments</comments>
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<title>Orgulho Hétero. Jura?</title>
<author>topo_talpos@yahoo.com.br (Töpo Talpos)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/orgulho-hetero-jura</link>
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<description><![CDATA[<div class="feed post topo"><p>Estas duas palavras apareceram na seção "Trending Topics" do Twitter ontem. Naquele momento minha mão e minha face tiveram um encontro forçado, e eu tive que ver do que se tratava. O que talvez te surpreenda é que são na verdade duas coisas, uma levemente menos pior do que a outra. Sim, eu disse menos pior. Você vai entender.</p>
<p>A primeira foi uma <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u305080.shtml">"Parada Hétero"</a> realizada em São Paulo. Foi em partes iguais um movimento inofensivo que é praticamente uma piada interna e um ato de revolta devido à algumas irregularidades graves que ocorreram durante a Parada Gay. Algo sobre <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u303065.shtml">uma cartilha que ensina a usar drogas.</a> Se isto soa para você análogo a um manual de como fabricar bombas caseiras com segurança, então estamos mais ou menos na mesma frequência.</p>
<p>Mas em suma, este movimento foi inofensivo. Por motivos que deixarei mais claros mais à frente, é desnecessário, mas como está não está exatamente fazendo mal a ninguém. Talvez por que seja pouca gente, o futuro dirá se isto sobrevive ao poder corruptor da mentalidade de multidão.</p>
<p>O problema é <a href="http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/08/camara-de-sp-aprova-dia-do-orgulho-hetero.html">isto aqui</a>.</p>
<p>Estou assumindo que você leu, então não vou perder tempo explicando. Só vou dizer que um "Dia do Orgulho Hétero" é talvez a idéia mais imbecil que eu já ouvi ser aprovada em uma Câmara. Devo admitir que ando por fora das votações de leis absurdas neste país tropical abençoado por deus ultimamente, mas isto não é lá nem cá.</p>
<p>Repito: é uma idéia imbecil. Permita-me abrir o jogo aqui: eu questiono internamente a noção de "orgulho" de ser minoria, ou, em geral de ser oprimido. A razão principal é que se orgulhar de ser algo que você nem teve escolha de ser(e abro a ressalva de que, para fins deste comentário, ser homo/hetero/bi/pan/a/caralho-a-quatrossexual não é uma escolha ativa; ou se é, ou não) é como se sentar em um restaurante, ser servido um prato que você não pediu mas comer com gosto mesmo assim por que é o que estão te servindo. Em outras palavras, orgulho do que não se escolhe parece mais é conformismo.</p>
<p>Não que desviar da norma &ndash; para definições estapafúrdias e retrógradas de "norma" &ndash; seja inerentemente ruim. Não faz diferença. Mas a questão é que, quando se trata de uma minoria oprimida por um preconceito social que se tenta inutilmente varrer para baixo do tapete como se não existisse(e existe, <a href="http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/07/nao-pode-nem-abracar-o-filho-diz-homem-que-teve-orelha-cortada.html">e como!</a>), um movimento ativo de conscientização faz todo o sentido. Não tenho nada contra.</p>
<p>O que não dá pra engolir é um movimento reacionário de uma classe reclamando de barriga cheia por um medo irracional de estar sendo prejudicado porque seu pedestal não é mais tão alto quanto era antes, como um moleque que corre pra saia da mãe assim que os outros guris começam a revidar. E pior: sob a justificativa de "conscientizar e estimular a população a resguardar a moral e os bons costumes". Olha, eu admito que sou velho, pelo menos em mente, mas até eu acho "moral e bons costumes" um conceito retrógrado.</p>
<p>E eu achava que o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Internacional_do_Homem">Dia Internacional do Homem</a> era o fim da picada...</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Töpo Talpos</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 23:00:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=orgulho-hetero-jura#comments</comments>
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<title>Admirável Mundo Novo</title>
<author>korso_asclepius@yahoo.com.br (Korso Asclepius)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/admiravel-mundo-novo</link>
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<description><![CDATA[<div class="feed post korso"><p><em>Oh, admirável mundo novo, que encerra criaturas tais</em><br/>
&ndash; <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_tempest">A Tempestade</a>, William Shakespeare</em></p>
<p>
<img class="floatleft" src="http://i.imgur.com/y26Ht.jpg" alt="Admiráve Mundo Novo"  title="Admiráve Mundo Novo"></img>
 Assim como a citação que encabeça esta resenha nunca é usada fora de um contexto irônico &ndash; e, neste ponto, se assemelha muito a <em>What A Wonderful World</em> de Louis Armstrong &ndash;, o cenário apresentado por Aldous Huxley é um tipo singular de utopia que rapidamente(talvez rapidamente demais) se desconstrói em uma distopia prazerosa. E, em algum lugar no meio disto tudo, tem uma história também.</p>
<p>Huxley nos apresenta um mundo &ndash; ou, mais especificamente, uma Inglaterra &ndash; em que não existem mais preocupações e todos são felizes. Em grande parte, porque a maioria dos cidadãos são criados e condicionados para amar justamente o que fazem, de forma que não há insatisfação mesmo entre os níveis mais baixos de um sistema de castas projetado desde antes do nascimento, no qual embriões são manipulados sem nenhum escrúpulo para que sejam tão subdesenvolvidos quanto necessário. Num mundo em que não existe inibição sexual, drogas psicotrópicas são controladas e distribuídas pelo governo para o bem estar da sociedade, Ford é o novo Jesus(sim, é sério) e todo entretenimento é vazio e gratuito, temos um grupo singular de indivíduos que se destacam na narrativa como possíveis protagonistas.</p>
<p>Bernard Marx é um Alfa-Mais-Mais que trabalha no departamento de psicologia que, por ter conhecimento pleno do condicionamento pelo qual passam todos os habitantes do mundo civilizado, questiona a legitimidade do bem-estar que ele vive. Isto e sua compleição física que não corresponde à sua alta classe o colocam em um estado de angústia mental constante. Helmholtz Watson, seu único amigo, é um escritor de <em>jingles</em> que é atacado pelo súbito desejo de criar arte. Lenina Crowne é uma Beta voluptuosa que, exceto por uma propensão incomum à monogamia, é perfeitamente normal e ajustada ao estilo de vido hedonista da sociedade do futuro. John é um selvagem com grande interesse por arte e religião que foi trazido à civilização por sua condição incomum de ser na realidade o filho de uma Beta perdida. E temos Mustafá Mond, um dos administradores mundiais e, a despeito de ser um claro antagonista, é um <a href="http://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/Main/MagnificentBastard">desgraçado magnífico</a>. Mas, retornando a onde deixamos o último parágrafo, quem é o protagonista? Não é claro, na verdade. Bernard é uma voz da razão dentro do sistema, Helmholtz é quase ausente mas brilha bastante no último ato, e John é praticamente um espelho do leitor, uma interferência exterior que externa as visões da sociedade atual acerca da hipotética sociedade do futuro.</p>
<p>Mas, eu acredito, isto não importa realmente. Os personagens de Admirável Mundo Novo são quase descartáveis, pois a história não é, sinceramente, interessante. Huxley sofre do mal de outros grandes criadores de universos, o de ter um mundo fascinante para apresentar, mas incapaz de escrever uma história que não seja ofuscada pela complexidade do ambiente em que se passa. Assim o que deveria ser um pano de fundo chama mais a atenção do que os atores no palco. Em outras palavras, o que realmente importa em Admirável Mundo Novo não é a enfadonha narrativa, mas a ideologia e a proposição futurista por trás. Diga-se de passagem, cheguei a nutrir a noção de que se Huxley tivesse um elenco mais variado de personagens, se estendendo por todo o espectro de castas da nova ordem, a história poderia ser mais interessante, mas percebi que, devido à própria premissa da sociedade por ele proposta, uma personagem Épsilon, Delta ou mesmo Gama com a individualidade necessária para ser de algum interesse para o leitor destruiria a noção principal de uma sociedade que aceita trocar individualidade por estabilidade. Portanto me conformei que a história de Admirável Mundo Novo realmente não tem salvação.</p>
<p>Assim como <em>1984</em>(que será resenhado também, no futuro próximo), <em>Admirável Mundo Novo</em> se destaca mais pelo subtexto do que pela história. A sociedade utópica/distópica criada por Huxley é um dos modelos universalmente aceitos que nos mostram que não se cria uma sociedade estável e perfeita sem sacrifícios. Se no IngSoc este sacrifício era a liberdade, no Estado Mundial é a individualidade e qualquer sensação de satisfação que ultrapasse a superficialidade hedonista.</p>
<p>Oh, admirável mundo novo, de fato.</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Korso Asclepius</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 01:42:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=admiravel-mundo-novo#comments</comments>
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<title>Que Hajam Resenhas!</title>
<author>bruno_guedesav@yahoo.com.br (Bruno Guedes Azevedo Viana)</author>
<link>http://reviews.guedesav.blog.br/post/que-hajam-resenhas</link>
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<description><![CDATA[<div class="feed post guedesav"><p>E resenhas serão feitas. Estamos quase lá, prometo.</p>
<p>Já estou ocupando meu lugar... seja meu lugar qual for. Fiquei tão ocupado dando aos outros suas ocupações que me esqueci de definir o que exatamente seria meu tema. Mas temos gente cuidando do resto, então isso é o de menos.</p>
<p>
<img class="avatar" src="http://reviews.guedesav.blog.br//avatars/pro-mole.png" width="50px" alt="T.P." />
 T.P. (Toupeira Profissional) ficará, como sempre, com seus interesses nérdico-tecnológicos de sempre: games, sites, gadgets, e tudo mais que atiçar sua curiosidade tecnófila. E ele está ansioso pra começar!</p>
<p>
<img class="avatar" src="http://reviews.guedesav.blog.br//avatars/topo.png" width="50px" alt="Töpo" />
 Töpo Talpos, nosso correspondente cafeinólatra, rabugento e obeso, ficará por conta dos comentários de notícias. Sejam comentários sérios e quiçá pertinentes sobre política e atualidades, ou apenas uma cutucada afiada na idiotice que aflora no jornalismo atual, ele aponta seu olhar(severamente míope, diga-se de passagem) para o que acontece no mundo, possivelmente com um pequeno atraso.</p>
<p>
<img class="avatar" src="http://reviews.guedesav.blog.br//avatars/korso.png" width="50px" alt="Korso" />
 Korso Asclepius, nosso artista que de artista tem mais ambição que produção, se encarrega de analisar e florear acerca de tudo aquilo que é classicamente artístico ou meramente produto de mentes criativas. Ele diz que vai resenhar até quadrinhos, mas eu não sei não...</p>
<p>
<img class="avatar" src="http://reviews.guedesav.blog.br//avatars/token.png" width="50px" alt="Token" />
 Token O. Jones, humorista, repórter investigativo, parapsicólogo de quinta categoria e humorista fundador do estilo "perna-de-pau" fará suas tiradas de humor ocasionais contra tudo aquilo que lhe der na telha, se encarregando de listas TOP, humor sobre humor, comentários dos comentários e, se tudo correr como planejado, até ragecomics. Ele está em chamas!</p>
<p>
<img class="avatar" src="http://reviews.guedesav.blog.br//avatars/guedesav.png" width="50px" alt="Bruno Guedes" />
 E eu... bom, eu vou ficar por aqui. Vou responder comentários, falar da minha vida, manter este site rodando, e ler alguns currículos. Por incrível que o pareça, estamos contratando. Talvez. Continuem ligados.</p>
<p>E depois eu falo mais sobre a frequência de postagem e coisas tais.</p>
<p>Com isso, me despeço. Tenho bastante trabalho a fazer.</p>
<p>Boa noite e boa sorte!</p><hr/>
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<p class="watermark"><em>Este é um texto do site <strong>Bruno Guedes e Resenhas</strong> escrito por <strong>Bruno Guedes Azevedo Viana</strong>.<br/>Este texto é apenas uma pequena garantia de autoria caso este conteúdo esteja sendo replicado sem prévio conhecimento do autor e/ou os devidos créditos. Espero que tenha apreciado o texto!</em></p>
</div>]]></description>
<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 01:04:00 GMT</pubDate>
<comments>http://reviews.guedesav.blog.br/?post=que-hajam-resenhas#comments</comments>
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