Quando comecei um site de resenhas, uma das minhas primeiras determinações era acerca do tamanho das resenhas. Eu tenho basicamente dois problemas: o primeiro é uma tendência a escrever e tomar meandros no meio do discurso. O segundo é uma tendência a perder interesse em qualquer coisa que esteja aparentemente levando tempo demais. Isto inclui, claro, resenhas.

Então eu decidi manter minhas resenhas em uma faixa de 3 a 5 parágrafos. Como eu vim a descobrir(em minha primeira resenha, inclusive), o "parágrafo" não é uma medida aprovada pelo Sistema Internacional de Unidades por uma boa razão. Mas não demorou muito eu aprendi a moderar o tamanho dos parágrafos. E, de mais a mais, tudo vai bem. Só que antes disso eu tive outra idéia.

Veja bem, o problema de resenhar coisas e fazer disso, digamos, um meio de vida, é que você nem sempre tem um mundo de coisas a dizer sobre seu objeto de análise. Existem razões e razões pra isso, mas em geral a falta de assunto simplesmente acontece. É um fator presente na vida humana. Por outro lado, as vezes este algo existir é motivo o bastante para se escrever uma resenha. Ou, talvez, uma menção.

Daí, micro-resenhas.

Mini-Max Este sujeito simpático se chama Mini-Max e é nosso correspondente oficial de micro-resenhas. Ele escreve sobre tudo aquilo que nos chama a atenção, deve ser mencionado de alguma forma, mas simplesmente não precisa de todo o envolvimento analítico-nerd do TP ou a sesquipedalofilia verborrágica do Korso, embora tenha uma predileção por jogos em Flash. Não perguntem o porquê. Ele só aparece, deixa o material e vai embora de volta pra toca. Foi um parto conseguir uma foto.

Bom, em breve ele vai aparecer no banner principal com o resto da equipe. E, como adendo, ele escreve resenhas bilíngues. Por que? Sei lá. Vai ver que é só porque tem tempo de sobra. Ou talvez queira dar algo aos leitores internacionais que chegarem por aqui. Sinceramente, eu não me importo.

No mais, uma salva de palmas pra ele. E rápido, que ele já está de saída.