Bem vindos ao nosso primeiro texto de duas parte. O tema de hoje é privacidade, ou a falta dela – ou por que você trata ela como se a tivesse achado no lixo.

Eu não sei se ficou muito claro da primeira vez que falei, então dessa vez eu serei muito contundente e direto, tanto que não vou me ater a genéricos específicos. Digamos que você tem medo que suas informações no Facebook sejam catadas por alguma empresa ou governo e usadas sem seu consentimento. Muito bem. A questão chave deste post é a seguinte...

Primeiro, ninguém te obrigou a usar o Facebook. Não existe, até onde sei, nenhuma ocupação que te obrigue a usar o Facebook, e nenhum serviço que igualmente faça obrigatória a existência de uma conta em seu nome. Se existe, então estou completamente enganado, mas a questão é que a priori não existe nada que o atraia ao Facebook que não a importância exagerada deste na cultura popular atual.

E mesmo que você esteja no Facebook por obrigação – novamente: como é? –, a segunda parte deste ponto é que você também não é obrigado a postar literalmente nenhuma informação real sobre você, o que você faz ou onde você está. Você não precisa nem sequer por uma foto sua – tecnicamente sim, mas duvido que os funcionários que fazem a verificação se importem tanto com isso. Em outras palavras: tudo o que você torna público é problema seu.

Ou seja: aguente as consquências ou saia.

E logo mais, a parte 2.